Tiroteios em massa e o controle de armas ao redor do mundo

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Em 25 de junho, o presidente dos EUA Joe Biden assinou o projeto de Lei bipartidária para Comunidades Mais Seguras, legislação de controle de armas que ele chamou de a mais significativa do tipo em décadas. Embora não seja uma reforma tão grande como alguns esperavam, o projeto de lei restringe o acesso a armas de fogo para compradores mais jovens e oferece incentivos para que os Estados estabeleçam leis de “alerta”. Essa futura lei também prevê financiamento federal para programas de saúde mental e upgrades na segurança de escolas e fechará a chamada “brecha de namorado”, ao proibir condenados por abuso doméstico de ter uma arma, não apenas aqueles que são casados com suas vítimas ou vivem com elas, informa a BBC. A Associação Nacional do Rifle se opôs ao projeto, mas foi a primeira vez em décadas que reformas receberam apoio tanto dos democratas quanto dos republicanos.

Mais de 200 tiroteios em massa ocorreram nos EUA no primeiro semestre de 2022, incluindo o devastador tiroteio em Buffalo e o tiroteio na escola Uvalde que juntos deixaram 31 pessoas mortas. O segundo semestre também não começou bem por lá. No dia 4 de julho, 6 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas no desfile de comemoração da independência dos Estados Unidos, em Highland Park, Chicago. Por isso, analisar como os países ao redor do mundo lidam com o porte de armas, como são seus regulamentos e como isso reflete na segurança de suas populações é tão importante.

Continue lendo a galeria para saber mais sobre políticas de armas, os tiroteios em massa e suas relações em países ao redor do mundo.

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