Justiça libera suspeito que movimentou R$ 16 bilhões com garimpo ilegal de ouro

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Um dos juízes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Pablo Zuniga Dourado, determinou a soltura do garimpeiro Márcio Macedo Sobrinho, suspeito de movimentar cerca de R$ 16 bilhões com grupo que, supostamente, fazia comércio ilegal de ouro extraído de terras indígenas.

 

O juiz explica que a liberação do empresário está condicionada à apresentação e comprovação do seu local de residência. Além disso, Dourado exige que o garimpeiro firme um tempo de comparecimento a todos os atos da investigação. A decisão foi tomada na última sexta-feira (29).

 

Dourado também afirma que um dos motivos para a soltura do empresário é que as atividades da mineradora já foram suspensas pela Justiça, “circunstância que reforçaria a tese da impossibilidade de que, livre, possa voltar a atentar contra a ordem pública e desautoriza a manutenção da segregação cautelar”.

 

Os investigadores do caso suspeitam que os empresários envolvidos no esquema usam o garimpo em Itaituba, no Pará, para aquecer o minério retirado em território indígenas, do povo yanomami, segundo informações da Folha de São Paulo.

 

Há indícios, segundo a Polícia Federal, de que a prática incluía produto extraído de outras reservas ambientais na região amazônica. Entre elas, terras indígenas no Pará, Roraima e Rondônia.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

OAB-BA lança observatório para fiscalizar candidaturas femininas nas eleições gerais

A Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Bahia (OAB-BA) lançou o "Observatório das Candidaturas Femininas nas Eleições 2022 da Bahia" para acompanhar...

TSE proíbe Bolsonaro de usar imagens do 7 de Setembro em campanha

O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, na noite deste sábado (10), que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o...

Ana Patrícia critica curto tempo de campanha da OAB-BA para vaga de desembargador do TJ

A ex-vice-presidente da  seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), Ana Patrícia Dantas Leão, criticou o curto tempo dado pela instituição...