Claudio Castro defende ação da Polícia Militar na Cidade de Deus, zona oeste do Rio

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Três pessoas morreram, 19 foram presas e sete fuzis foram apreendidos na comunidade da capital fluminense nesta quarta-feira

JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Cláudio Castro

Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), disse que o enfrentamento é necessário para asfixiar o tráfico de drogas e as milícias do Estado. Ele garantiu que os bandidos não vão tomar conta do território, fazendo referência à Cidade de Deus. “Essa é a luta que a gente tem sofrido, que tem travado sempre. A gente está fazendo trabalho de segurança pública. Infelizmente o enfrentamento é necessário. E a gente está fazendo de tudo para preservar, cada dia mais, a vida do cidadão. E para garantir o direito de ir e vir. É para essas pessoas que a gente trabalha”, declarou. Nesta quarta-feira, 15, três pessoas morreram, 19 foram presas e sete fuzis foram apreendidos na Cidade de Deus, na zona oeste do Rio de Janeiro.A região é dominada pela principal facção criminosa do Estado e foi alvo de uma operação da polícia.

Quinze suspeitos foram presos dentando fugir da localidade por um caminhão. Barricadas do tráfico de droga foram desmontadas. As forças policiais utilizaram blindados e helicópteros na operação. Os agentes da polícia chegaram próximo dos centros de treinamento do Vasco da Gama e do Fluminense. Durante a operação, policial houve intensos confrontos. Por segurança mais de dez unidades de ensino não funcionaram, deixando cerca de 5 mil alunos sem aulas. Moradores da Cidade de Deus ficaram preocupados com os reflexos da operação e fizeram protestos, usndo panos brancos em sinal de paz. Recentemente, os conflitos nessa região da zona oeste do Rio de Janeiro envolviam traficantes e milicianos. Há meses, há uma disputa por negócios e territórios entre esses grupos criminosos, que tentam expandir suas atividades nessa região, que é cada vez mais influenciada pela ação dos bandidos.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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