O segundo julgamento aconteceu na quarta-feira (26), na Câmara de Vereadores do Prado, depois do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ/BA) conceder recurso ao Ministério Público (MP).
O casal, Jorge Mendes Carneiro Júnior (42 anos) e Erisângela Santos Silva (39 anos), voltou a ser acusado de atuar na morte do próprio filho.
Por decisão de maioria dos jurados, os dois foram novamente inocentados, num julgamento que durou mais de 15 horas.
ENTENDA O CASO – A criança (com nove meses na época dos fatos), Pedro Silva Carneiro, chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas do Prado já sem vida, na noite do dia 29 de outubro de 2016.
A polícia investigou o fato do bebê cair do banco traseiro de uma caminhonete (Toyota/Hilux) e o corpo não apresentar sinais compatíveis com o acidente ocorrido na estrada de terra de ligação entre a Praia da Paixão e a cidade do Prado.
Além da reconstituição dos fatos, o Delegado da Polícia Civil, Dr. Júlio Telles, solicitou a exumação do cadáver. Pai e mãe ficaram presos.
A tese da polícia era de a criança ter sido morto antes do acidente. Os laudos periciais apontaram ferimentos compatíveis com um soco desferido na região do queixo, provocando afundamento na mandíbula e quebra dos dentes.
Depois de inocentada a mãe, ainda no trâmite do processo penal, e o pai por decisão dos jurados, o MP recorreu ao TJ/BA pedindo um novo julgamento, realizado nesta quarta-feira (26)
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