ONU diz que expulsão do Equador da organização depende de Estados-membros

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O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, afirmou nesta quinta-feira (11) que uma eventual expulsão do Equador da organização, como todos os assuntos relacionados à filiação, vai depender dos Estados-membros. O México pediu nesta quinta que o país fosse suspenso por causa da invasão realizada contra a sua embaixada em Quito para capturar o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas. Os mexicanos apresentaram à Corte Internacional de Justiça (CIJ)  uma queixa que apresentou contra os equatorianos. Guterres, por meio de seu porta-voz Stéphane Dujarric, tentou minimizar o conflito entre Equador e México, dizendo que espera que “as tensões entre os dois países sejam tratadas por meio do diálogo”. Ele também disse que a ONU expressou sua “condenação das violações flagrantes do direito internacional vistas quando a Embaixada (mexicana) em Quito foi atacada na última sexta-feira”.

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Na queixa apresentada, o “México exige a suspensão do Equador como membro das Nações Unidas até que o país emita um pedido público de desculpas, reconhecendo as violações dos princípios e normas fundamentais do direito internacional”, afirmou a ministra das Relações Exteriores do México, Alicia Bárcena. O Equador não é apenas um membro de pleno direito da ONU, mas neste exato momento tem um assento no Conselho de Segurança, dentro da cota dos países da América Latina e do Caribe, posto que ocupa desde junho de 2022.

*Com informações da AFP e EFE

 

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