SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Aos 50 anos, Preta Gil revelou que o câncer retornou em quatro áreas de seu corpo.
O tratamento atual da renomada artista está sendo conduzido no Hospital Sírio-Libanês, localizado em São Paulo. Nesse processo, estão sendo combinados os medicamentos bevacizumabe e fluorucacila.
Esses fármacos fazem parte da categoria terapia-alvo, ou seja, atuam de maneira mais precisa nas células doentes do corpo.
O bevacizumabe age inibindo o crescimento dos vasos sanguíneos que nutrem o tumor com oxigênio e nutrientes essenciais. Por outro lado, a fluorucacila inibe uma enzima fundamental que leva à morte das células cancerígenas.
Nesta fase do tratamento, a quimioterapia terá uma duração de três meses, e os medicamentos serão administrados com intervalos de 12 dias. A cada sessão, a cantora permanecerá hospitalizada por aproximadamente 4 horas e retornará para casa com uma pequena bomba conectada à veia, a qual continuará injetando os medicamentos por mais 36 horas.
Roberto Kalil, o médico responsável pelo acompanhamento de Preta e diretor da Cardiologia do Hospital Sírio, compartilhou algumas palavras sobre a resiliência da artista durante o tratamento. “Preta é uma pessoa forte e que aprecia a vida, o que tem um impacto positivo em seu tratamento contra o câncer”, declarou ao jornal O Globo.
A cardiologista Roberta Saretta, integrante da equipe médica que atende Preta, destacou o otimismo da celebridade. “Ela demonstra um alto nível de resiliência e possui uma visão positiva e generosa em relação à vida. Esses elementos fazem toda diferença para o paciente e sua resposta às terapias aplicadas”, afirmou.
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