Adolfo Menezes admite que deputados são “reféns” de parlamentar acusado de chefiar milícia em Feira

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O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) admitiu que a investigação do caso Binho Galinha (PRD) está parada por medo de represálias, principalmente na comissão de ética. Adolfo Menezes afirmou que os deputados se sentem “reféns” e com “medo” de avançar nas apurações contra o colega, conforme fontes anônimas haviam mencionado anteriormente.

“Há receio da gravidade do problema. Resumindo, medo. Vocês viram na imprensa o quão grave e extenso é o problema. Não sou eu quem está dizendo. A justiça reuniu todas as provas. Cabe ao presidente solicitar aos líderes, como foi solicitado a Rosemberg [situação] e a Alan [Sanches, da oposição]. Mas o que os deputados dizem é: ‘se três juízes já fugiram de julgar o caso, como vamos nos envolver nisso, indo interior adentro?’ Não posso culpá-los. O cara será um herói, e aí”, comentou Adolfo Menezes durante uma coletiva de imprensa na terça-feira (3).

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