
Uma servidora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foi afastada de suas funções devido ao uso do LinkedIn, uma rede social popular no mundo corporativo. O afastamento aconteceu após a abertura de um processo administrativo disciplinar (PAD).
A portaria que autoriza o início do PAD foi divulgada recentemente. De acordo com o documento, a servidora C.M.V.R foi afastada preventivamente e será investigada pela Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) do tribunal.
A investigação da CGJ foi aberta devido à informação de que a servidora mantinha um perfil no LinkedIn oferecendo “serviços judiciais”. O juiz Marcos Adriano Silva Ledo será responsável pelo PAD e terá 90 dias para apresentar suas conclusões.
O Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia proíbe o uso do cargo para benefício pessoal, conforme destacado na portaria. Além disso, o Código de Ética e Conduta do Poder Judiciário do Estado da Bahia proíbe que servidores exerçam advocacia, atuem como procuradores ou usem informações privilegiadas para obter vantagens indevidas.
O código ainda ressalta a importância de os servidores zelarem para que suas vidas pessoais não interfiram em suas atribuições profissionais, evitando conflitos de interesse que possam comprometer a imagem do tribunal.
