“Besteira”, “explosão”: o que GCM disse à PM após matar secretário

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Guarda civil metropolitano (GCM) preso após matar secretário-adjunto de Osasco. Demonstrou nervosismo ao se entregar à polícia, admitindo ter cometido um erro. Desavença profissional teria motivado os disparos, segundo a PM. Autor dos tiros foi preso após reunião na prefeitura.

O guarda civil metropolitano (GCM) Henrique Marival de Sousa, detido em flagrante após matar o secretário-adjunto de segurança da Prefeitura de Osasco, Adilson Custódio Moreira, demonstrava agitação e preocupação ao negociar sua rendição às autoridades. Em meio à tensão, admitiu ter feito uma besteira e ter havido uma explosão, segundo relato do coronel da PM, Valmor Racorti. As investigações iniciais apontam para uma briga profissional como motivação dos tiros, que pegaram Adilson desprevenido. Henrique foi capturado na sede da administração municipal, na Grande São Paulo, após os disparos. Foi revelado que o autor estava prestes a ser realocado para outro posto de trabalho, após mais de uma década como servidor público. Os tiros foram disparados após uma reunião no prédio da prefeitura, onde o suspeito e a vítima ficaram trancados por mais de uma hora. A situação gerou pânico entre os presentes, com a chegada de equipes de resgate e negociação para conter o autor dos disparos. A esposa do guarda foi até o local para ajudar a convencê-lo a se entregar. O Gate da PM assumiu as negociações antes da prisão do policial.

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