Relógio destruído no 8/1 retorna, restaurado, ao Palácio do Planalto

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Resumo: O relógio de Balthazar Martinot, que foi destruído durante atos antidemocráticos em 8 de janeiro de 2023, retorna restaurado ao Palácio do Planalto após quase dois anos. Ele será reintegrado ao acervo em uma cerimônia nesta quarta-feira.

Quase dois anos após os episódios antidemocráticos que resultaram na destruição da Praça dos Três Poderes durante uma tentativa de golpe de estado, o relógio de Balthazar Martinot voltou ao Palácio do Planalto. O objeto foi restaurado e será exibido em uma série de solenidades para celebrar a democracia. O relógio, feito de casco de tartaruga e bronze especial trazido ao Brasil em 1808 por Dom João VI, teve sua restauração realizada em parceria com o governo da Suécia.

Outros itens recuperados, como a pintura “As Mulatas”, de Di Cavalcanti, e a escultura “Galhos e Sombras”, de Frans Krajcberg, também chegaram ao Planalto. As cerimônias na sede da Presidência contarão com a presença de autoridades dos Três Poderes e ministros foram orientados a retornar das férias para o evento.

Nesta segunda-feira, mais itens recuperados chegaram ao Planalto, incluindo a pintura “As Mulatas”, de Di Cavalcanti, e a escultura “Galhos e Sombras”, de Frans Krajcberg. As cerimônias na sede da Presidência na quarta contarão com autoridades de todos os Três Poderes, e ministros foram orientados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a retornarem de férias para a data.

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