A retenção de macas de ambulâncias do Samu-DF por hospitais e UPAs no Distrito Federal continua, mesmo após proibição judicial em agosto de 2020. Essa prática compromete diretamente o trabalho do Samu e o atendimento à população.
Alguns locais chegam a manter as macas por mais de 10 dias, como a UPA do Núcleo Bandeirante, que em setembro de 2024 reteve uma maca por 12 dias, impactando negativamente os serviços oferecidos.
Unidades como Vicente Pires, Samambaia e Ceilândia I também enfrentam altos índices de retenção de macas, prejudicando a agilidade no atendimento de emergência.

Segundo dados da Secretaria de Saúde do DF, a falta de leitos disponíveis é um dos motivos que levam à retenção das macas, afetando a dinâmica do atendimento do Samu-DF e sobrecarregando os profissionais.
O problema exige soluções urgentes para garantir eficiência e agilidade no atendimento de emergência. A população depende da fluidez e disponibilidade desses recursos para um serviço de qualidade.

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