Príncipe cobra governo após escola de samba exibir D. Pedro decapitado

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1 de 1 Imagem mostra desfile da Acadêmicos do Tucuruvi – Metrópoles – Foto: Divulgação/Felipe Araujo/Liga-SP

O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), conhecido como “Príncipe” por pertencer à extinta Casa Imperial Brasileira, acionou o governo Lula após Dom Pedro I ser retratado “decapitado” durante o Carnaval.

Na quinta-feira (6/3), o deputado-príncipe enviou um requerimento de informação à ministra da Cultura, Margareth Menezes, pedindo detalhes sobre os recursos públicos destinados ao Carnaval de 2025.

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Desfile da Acadêmicos do Tucuruvi, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo

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Desfile da Acadêmicos do Tucuruvi, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo

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Desfile da Acadêmicos do Tucuruvi, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo

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No documento, o parlamentar cita o desfile da escola de samba “Acadêmicos do Tucuruvi”, que representou Dom Pedro I decapitado em um de seus carros alegóricos no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo.

Segundo o deputado, a representação pode ser classificada como “incitação ao ódio”. Além disso, ele afirma que “entidades carnavalescas vêm sendo utilizadas como plataformas para propaganda político-ideológica”.

“Além do impacto fiscal, há uma crescente preocupação com o uso dos recursos públicos destinados ao Carnaval para fins ideológicos e partidários. Muitas escolas de samba e entidades carnavalescas vêm sendo usadas como plataformas para propaganda político-ideológica ou para incitação ao ódio e à violência disfarçadas de ‘cultura’, financiadas indiretamente pelos contribuintes”, diz o deputado.

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O que o “Príncipe” quer saber?

No requerimento ao Ministério da Cultura, o “Príncipe” questiona se houve repasses diretos da pasta para as escolas de samba. Pergunta também sobre o financiamento por meio de leis de incentivo, como a Lei Rouanet.

O deputado pede ainda a relação completa dos valores destinados a cada escola de samba e questiona os critérios para impedir que os recursos cheguem a escolas que realizem “manifestações consideradas discurso de ódio, ataques à história nacional ou incitação à violência”.

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