CFM proíbe acusado de matar mulher com hidrolipo de exercer medicina

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Médico Proibido de Praticar Medicina pela CFM Após Morte em Procedimento Estético

Josias Caetano dos Santos, médico responsável por uma hidrolipo que resultou na morte de Paloma Lopes Alves, de 31 anos, foi proibido de exercer a profissão juntamente com outros dois médicos, Hallisson Thiago Correia Dias e Antônio Alves de Freitas, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A interdição total cautelar foi publicada no Diário Oficial da União, mantendo os três médicos impedidos de atuar na medicina.

A medida cautelar é aplicada quando há danos ao paciente ou à população, evidências de práticas prejudiciais em procedimentos, ou risco de danos irreparáveis. Paloma Lopes Alves faleceu em 2024, em São Paulo, durante uma hidrolipo na clínica Maná Day. Ela teve uma parada cardiorrespiratória durante o procedimento na região das costas e do abdome, contratado através de redes sociais, sendo este seu primeiro encontro presencial com o médico.

Relembre o caso de Paloma Lopes Alves

  • Paloma faleceu após uma parada cardiorrespiratória na clínica Maná Day em São Paulo.
  • A vítima contratou o médico Josias Caetano pelas redes sociais para o procedimento.
  • O procedimento, o primeiro presencial, resultou em complicações fatais.
  • O atendimento emergencial não foi suficiente, resultando em seu falecimento.

Após o incidente, foi constatado uma embolia pulmonar como provável causa da morte. O médico Josias Caetano já possuía queixas nas redes sociais, levando à sua interdição, juntamente com os outros profissionais envolvidos. O caso foi registrado no 52º DP (Parque São Jorge).

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