EUA e China avançam em acordo para reduzir tarifas após dois dias de negociações na Suíça

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Representantes americanos classificaram as conversas como ‘substanciais e produtivas’ e avaliaram que diferenças ‘não eram tão grandes quanto se imaginava’; Pequim falou em reunião ‘construtiva’

  • Por da Redação
  • 11/05/2025 16h50 – Atualizado em 11/05/2025 16h51

Martial Trezzini/EFE/EPA

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent (esq.), e o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer (dir.), falam à imprensa após o segundo dia de reunião bilateral entre Estados Unidos e China, em Genebra

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent (esq.), e o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer (dir.), falam à imprensa após o segundo dia de reunião bilateral entre Estados Unidos e China, em Genebra

Os Estados Unidos e a China progrediram nas negociações para aliviar a guerra comercial, após dois dias de reuniões em Genebra. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, descreveu as conversas como “substanciais e produtivas”. Detalhes seguem, com uma declaração conjunta programada para esta segunda-feira.

O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, mencionou um acordo com os parceiros chineses, ressaltando que as diferenças eram menores do que o esperado. O vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, classificou as reuniões como “francas e construtivas”, com um “consenso importante” alcançado.

As negociações ocorreram em um local reservado com vista para o Lago Genebra e contaram com dois vice-ministros chineses. Este foi o primeiro encontro presencial desde que foram aplicadas tarifas superiores a 100% sobre produtos um do outro.

Os EUA impõem tarifas de 145% sobre importações chinesas, enquanto a China cobra 125% sobre produtos americanos. Essas medidas foram implementadas durante a escalada da guerra tarifária pelo governo Trump.

O presidente Donald Trump elogiou o progresso das negociações, falando sobre uma “reinicialização total” de forma amigável. Ele incentiva a China a abrir mais o seu mercado.

O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, demonstrou otimismo, destacando que as tarifas podem ser reduzidas caso os países se comprometam a ampliar o acesso a produtos americanos.

A Casa Branca também tem negociado acordos semelhantes com outras nações, incluindo um pacto recente com o Reino Unido para reduções tarifárias em setores específicos, em troca de acesso a produtos agroindustriais dos EUA.

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