“Os ossos da minha face estão quebrados”, diz mulher agredida por ex

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Juliana Garcia, uma promotora de vendas de apenas 35 anos, viveu um verdadeiro pesadelo no elevador de um prédio em Natal (RN). Em um episódio aterrador, ela foi agredida por seu ex-namorado, Igor Eduardo Cabral, que, em uma explosão de violência, desferiu mais de 60 socos durante apenas 36 segundos. “Os ossos da minha face estão quebrados”, relatou Juliana em uma entrevista ao programa Domingo Espetacular, revelando a gravidade do ataque que quase custou sua vida.

O relacionamento que parecia promissor, prestes a completar dois anos, ocultava um lado obscuro. Juliana revelou que há sete meses havia sido empurrada por Igor, mas pensou que se tratava de uma simples agressão momentânea. Sua credulidade foi alimentada por uma ideia distorcida de amor que ele apresentava, um controle disfarçado de preocupação. Antes das agressões, uma mensagem em seu celular acendeu uma briga que culminou no ataque brutal. Em um ato de desespero, Igor jogou o celular dela na piscina, um prévio aviso de sua incapacidade de controlar a raiva.

As câmeras de segurança do elevador capturaram o horror em tempo real. As imagens mostram Juliana desmoronando sob a força desmedida de Igor, que não hesitou em atacar repetidamente. O estado de alerta de um segurança levou à intervenção da polícia, que prendeu Igor em flagrante. Durante a situação, Juliana entregou um bilhete aos policiais revelando que havia sido ameaçada de morte, agravando ainda mais a gravidade da situação.

Com graves fraturas na face e mandíbula, Juliana se prepara para uma cirurgia de reconstrução facial. Uma campanha na internet mobilizou amigos e profissionais da saúde, reunindo recursos para cobrir os custos do procedimento cirúrgico. “Obrigada pelo apoio. Sempre serei grata por isso. Tudo isso vai passar, e terei minha vida de volta”, compartilhou esperançosa nas redes sociais.

O incidente não é apenas mais um caso de violência doméstica, mas um chamado à reflexão sobre a necessidade urgente de apoiar e proteger as vítimas. Historicamente, muitas mulheres enfrentam situações semelhantes e, como Juliana, precisam de uma rede de suporte. Se você se importa com esta importante questão social, não hesite em compartilhar sua opinião nos comentários e contribuir para essa conversa vital.

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