Nesta quinta-feira (28), a CPMI do INSS ouviu o depoimento de uma defensora pública que denunciou a existência de descontos ilegais nos benefícios de aposentados, antes mesmo da Operação “Sem Descontos”, da Polícia Federal, que foi deflagrada em abril deste ano. O esquema resultou em milhares de vítimas.
Durante a sessão, a defensora revelou que havia solicitado, anteriormente, melhorias na segurança e mais investigações sobre a questão. Porém, nenhuma ação efetiva foi tomada antes da operação. Os parlamentares enfatizaram que os indícios de fraudes são antigos, remontando a 1994, evidenciando a falta de providências ao longo de quatro administrações federais.
Os prejuízos afetaram especialmente aposentados que recebem um salário mínimo, muitos dos quais enfrentaram descontos indevidos que comprometiam sua capacidade de arcar com despesas básicas, como aluguel e alimentação. A comissão agora trabalha para identificar responsáveis pelo esquema e possíveis omissões de agentes públicos. Este caso é um sério ataque à dignidade dos aposentados, envolvendo valores essenciais para a sobrevivência de milhões de famílias.
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