Nova idade mínima para mamografia: mulheres de 40 a 49 anos já podem realizar o exame gratuito pelo SUS

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O Ministério da Saúde anunciou uma mudança importante: agora, mulheres entre 40 e 49 anos podem fazer mamografias gratuitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo que não apresentem sinais ou sintomas da doença. Essa faixa etária corresponde a cerca de 23% dos casos de câncer de mama no Brasil, e a detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de cura.

De acordo com a médica mastologista Dra. Fernanda Silveira, esse avanço é um passo significativo no combate ao câncer de mama. Ela explica que a mamografia é um método eficaz para detectar a doença nos estágios iniciais. “A inclusão das mulheres de 40 a 49 anos no rastreamento pelo SUS é um ganho para a saúde pública, pois ajuda a reduzir o número de diagnósticos tardios e casos avançados da doença. Cuidem-se, mantenham hábitos de vida saudáveis, pratiquem atividades físicas e procurem um especialista de confiança”, recomenda.

Além da ampliação da prevenção, o acompanhamento ginecológico nas unidades de ensino também tem se fortalecido. A Dra. Isnaya Araújo, coordenadora do curso de Medicina da Afya em Guanambi, destaca a importância do ambulatório universitário. “Realizamos atendimentos em ginecologia que possibilitam o acompanhamento preventivo e o aprendizado prático dos alunos. Essa integração entre ensino e assistência garante um cuidado de qualidade e aproxima a faculdade das necessidades reais da população”, explica.

No sudoeste da Bahia, os ambulatórios da Afya em Vitória da Conquista e Guanambi realizaram mais de 5 mil atendimentos em diversas especialidades médicas no primeiro semestre de 2025. Em Itabuna, no sul do estado, foram registrados 8.955 atendimentos, sendo 598 dedicados à ginecologia e à saúde da mulher. Esses espaços funcionam como campos de prática para alunos da área da saúde e oferecem atendimento gratuito à população.

Na capital, Salvador, a clínica da Afya, situada na Avenida Tancredo Neves, conta com 40 consultórios que realizam atendimentos gratuitos em ginecologia e saúde da mulher. O reitor da unidade convida as soteropolitanas a aproveitarem esse serviço, mencionando que, apesar da gratuidade, a demanda poderia ser maior.

Esse avanço na saúde das mulheres merece destaque. Que tal compartilhar sua opinião sobre essa mudança e como ela pode impactar a vida das pessoas na sua região?

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