Racismo, envelhecimento e resistência: Creasi debate velhices invisibilizadas

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A Bahia, com a maior proporção de população negra do Brasil, abriga mais de 1,5 milhão de idosos negros. Esse dado, revelado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), traz à tona uma questão importante: a invisibilidade das velhices negras na sociedade.

Durante um debate promovido pelo Creasi, especialistas e moradores discutiram o impacto do racismo na vida dos idosos e como essa realidade afeta a qualidade de vida. As histórias partilhadas revelaram o desafio diário enfrentado por muitos, que lidam não apenas com o avanço da idade, mas também com a discriminação racial.

Entre os temas abordados, a necessidade de visibilidade e representação para os idosos negros ganhou destaque. Os participantes concordaram que é essencial promover o respeito e a valorização da experiência desses cidadãos.

Essa conversa é mais que um desabafo; é uma chamada à ação. O envelhecimento da população negra merece atenção especial, e é urgente que políticas públicas e iniciativas comunitárias sejam criadas para integrá-los ativamente na sociedade.

E você, o que pensa sobre a questão da invisibilidade dos idosos negros? Compartilhe suas ideias e experiências nos comentários. Vamos juntos promover essa discussão tão necessária.

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