O governo dos EUA, sob o presidente Donald Trump, retirou Alexandre de Moraes e a sua esposa Viviane da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não detalha os motivos da retirada.
Moraes e Viviane haviam sido incluídos na lista em julho, o que prevê restrições como a proibição de entrada nos EUA, o bloqueio de bens e a proibição de uso de serviços de empresas americanas. A Lei Magnitsky visa punir violadores de direitos humanos.
Moraes entrou na mira da lei após pressão do deputado Eduardo Bolsonaro, que buscava punir ministros do STF e membros do governo para pressionar pela anistia do pai, Jair Bolsonaro.
Segundo a GloboNews, o Itamaraty recebeu sinais de que a retirada poderia ocorrer após um telefonema entre Trump e o presidente Lula. O tema foi pauta de outras reuniões, envolvendo ministros, o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio.
A Magnitsky Act foi criada para aplicar sanções econômicas a pessoas que violam direitos humanos.
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