O Exército Brasileiro expulsou o soldado Kelvin Barros da Silva, que confessou ter esfaqueado a cabo Maria de Lourdes Freire Matos no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (RCGd), no Distrito Federal. Após o ataque, o suspeito também ateou fogo no local, segundo informações da Polícia Civil do DF.
O crime ocorreu em 5 de dezembro. De acordo com a PCDF, Kelvin Barros da Silva afirmou ter desferido um golpe profundo no pescoço da vítima durante uma discussão e, em seguida, ateou fogo no ambiente. Ele responde por feminicídio, furto de arma de fogo, incêndio e fraude processual.
O Centro de Comunicação Social do Exército (Ccomsex) informou que o processo administrativo para apurar as circunstâncias da morte foi concluído e que a exclusão do militar foi formalizada a bem da disciplina. O Batalhão de Polícia do Exército de Brasília foi comunicado sobre a decisão.
A exclusão ocorreu junto à Vara de Execuções Penais e à Justiça Militar, e houve decisão de avançar para o recambiamento do ex-militar ao sistema prisional comum. O Superior Tribunal Militar (STM) negou o habeas corpus apresentado pela defesa.
Palavras-chave: Exército Brasileiro, Feminicídio, Kelvin Barros da Silva, Maria de Lourdes Freire Matos, PCDF, STM, TJDFT. O caso segue em apuração das autoridades competentes, com medidas disciplinares já adotadas pelo Exército. Comente abaixo o que você pensa sobre a atuação das instituições e a responsabilização dos envolvidos.
