Após fim de Magnitsky, bolsonaristas se revoltam com Trump nas redes

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Após o governo dos Estados Unidos retirar, nesta sexta-feira (12/12), as sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, e à Lex Instituto de Estudos Jurídicos, com base na Lei Magnitsky, internautas bolsonaristas repercutiram nas redes. O Brasil, com Lula, havia pedido a Washington a retirada das sanções e, com a aproximação entre os dois governos, as autoridades brasileiras contavam com uma resposta positiva, conforme a coluna de Igor Gadelha no Metrópoles.

“Retirou as sanções contra o Alexandre de Moraes enquanto ele persegue, tortura e prende geral aqui no Brasil? Perdeu nosso respeito!”, comentou um usuário.

Outro internauta manifestou revolta com a decisão: “Achei que vc era forte! Que não voltaria atrás da sua palavra. Enfim só sigo quem eu admiro”.

A aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes e a sua esposa, Viviane Barci de Moraes, veio após ameaças feitas pelo governo Trump por causa da atuação do ministro do STF como relator da ação da trama golpista, que culminou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de aliados dele. Moraes foi sancionado em julho; Viviane e a Lex Instituto de Estudos Jurídicos foram alvo de sanções em setembro deste ano. Com justificativas políticas, a Casa Branca adotou medidas em resposta à prisão de Bolsonaro.

A Lei Magnitsky permite aos EUA punir estrangeiros fora do país que são acusados de violações de direitos humanos. Entre as punições estão o bloqueio de bens e contas nos EUA, a proibição de entrada em território norte-americano e a restrição de negócios com empresas Americanas, incluindo as financeiras.

O contexto envolve a percepção de melhoria nas relações entre Brasil e Estados Unidos, com o presidente Donald Trump atuando como figura central na pauta externa. Embora a mudança tenha sido interpretada de formas diferentes, a decisão afeta atores políticos e a dinâmica de cooperação entre os dois países.

E você, o que acha dessa mudança? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe a notícia para estimular o debate sobre direitos humanos, sanções e a relação Brasil-EUA.

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