Resumo direto: o bispo Robson Rodovalho afirmou publicamente que a vice de Flávio Bolsonaro deveria considerar a vereadora Priscila Costa, valorizando a representatividade do Nordeste e a relevância de lideranças femininas, ao mesmo tempo em que ressalta a força eleitoral da região em apoyo ao projeto conservador.
Em uma publicação nas redes, Rodovalho citou a deputada Júlia Zanatta, mas enfatizou que excluir Priscila Costa da discussão seria ignorar a influência política do Nordeste. Ele descreveu Costa como uma jovem de forte vínculo com a base conservadora, com trajetória marcada por trabalho e princípios firmes, consolidando-se como referência na direita nordestina.
O religioso argumentou que o debate não deve se reduzir a uma simples substituição de nomes, e sim considerar a representatividade regional e o peso político de lideranças fora do eixo Sul-Sudeste. Segundo ele, reconhecer essas lideranças é essencial para fortalecer o projeto conservador em todo o país.
Flávio Bolsonaro tem dito a aliados que busca, na chapa, uma opção do Nordeste e uma mulher para a vice, reforçando a estratégia de ampliar a base de apoio em regiões que historicamente podem ficar à margem do eixo tradicional.
Galeria de imagens: as fotos a seguir ajudam a contextualizar os nomes envolvidos e a relação entre as lideranças. Use a navegação da galeria para ver cada retrato e momento importante.




“Sem qualquer demérito à deputada Júlia Zanatta, mas ignorar o nome de Priscila Costa não compreender a força eleitoral do Nordeste brasileiro. Priscila construiu sua trajetória com trabalho, firmeza de princípios e forte conexão com a base conservadora. Jovem, dinâmica e bem votada, tornou-se uma das principais referências da direita nordestina”, destacou Rodovalho em publicação nas redes sociais.
“Sem qualquer demérito à deputada Júlia Zanatta, mas ignorar o nome de Priscila Costa não compreender a força eleitoral do Nordeste brasileiro. Priscila construiu sua trajetória com trabalho, firmeza de princípios e forte conexão com a base conservadora. Jovem, dinâmica e sucessivamente bem votada, tornou-se uma das principais referências da direita nordestina.”
O bispo acrescentou que a discussão não deve se limitar a comparar nomes, mas reconhecer lideranças que representam milhões de brasileiros e que ajudaram a consolidar o crescimento do conservadorismo na região. Ele completou que há tempo para conduzir a discussão com equilíbrio e visão estratégica, valorizando uma região fundamental para o futuro do movimento no Brasil.
“O debate não é sobre substituir nomes, mas reconhecer lideranças que representam milhões de brasileiros e que ajudaram a consolidar o crescimento do conservadorismo na região. Ainda há tempo para que essa discussão seja conduzida com equilíbrio e visão estratégica, valorizando uma região fundamental para o futuro do projeto conservador no Brasil.”
Segundo a coluna, Flávio Bolsonaro tem sinalizado que quer uma opção do Nordeste e uma mulher para compor a chapa na vice, fortalecendo a ideia de inclusão regional e equidade de gênero no line-up presidencial.
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