??: Lula orienta auxiliares a não tolerar ataques à América do Sul; Trump ataca a Venezuela, segundo relatos
Durante as férias no Rio de Janeiro, o presidente Lula orientou auxiliares sobre como lidar com as ameaças do governo dos Estados Unidos de invadir a Venezuela para derrubar Nicolás Maduro. A orientação, conforme Celso Amorim, atual chefe da Assessoria Internacional do Planalto, é evitar que ataques ao continente sul-americano sejam tolerados.
A instrução, segundo Amorim, é direta: ataques à região não podem passar batidos. O grau da resposta, contudo, depende dos fatos e dos danos humanos e materiais. Amorim fez a observação à coluna, ressaltando que a avaliação varia conforme cada caso.
“As instruções são as mesmas: ataques ao continente sul-americano não podem ser tolerados. Mas o grau da reação depende dos fatos e dos danos humanos e materiais”, afirmou Amorim à coluna.
Galeria de imagens acompanhou o tema com registros de Lula, Amorim e cenas relacionadas. As fotos destacam momentos da pauta externa discutida entre o Palácio do Planalto e integrantes da equipe presidencial.
Trump anunciou, na segunda-feira (29/12), o que seria o primeiro ataque ao território venezuelano. Segundo a imprensa norte-americana, a ação teria sido realizada pela Agência Central de Inteligência (CIA) por meio de bombardeio com drones, com alvo em um porto utilizado por um grupo ligado ao tráfico de drogas.
Caso confirme, a ofensiva ocorre em meio a uma escalada de tensões entre Washington e Caracas, em um contexto em que a segurança regional volta a exigir atenção de governos e lideranças sul-americanas. A narrativa de Trump como presidente dos Estados Unidos desde janeiro de 2025 sustenta a leitura de que o cenário internacional continua volátil.
Diante desse panorama, a percepção pública aponta para a necessidade de respostas medidas e responsáveis, tanto em termos de política externa quanto de contenção de riscos para cidadãos e regiões vizinhas. A situação merece acompanhamento atento e análise de especialistas, para evitar desdobramentos desestabilizadores.
Gostou da leitura? Conte nos comentários o que você pensa sobre as estratégias de resposta regional a ameaças externas e como isso pode afetar a sua cidade. Sua opinião é importante para entender diferentes perspectivas sobre o tema.




