Plano Piloto enfrentou onda de mais de 2 mil furtos a carros em 2025

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Uma série de furtos foi registrada na Asa Norte (DF), em Brasília, entre novembro e dezembro do ano passado, destacando a ousadia dos criminosos na região. Em um dos casos, o ladrão atua em pelo menos três crimes distintos, o que mobiliza a atenção das autoridades locais.

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), o Plano Piloto registrou 2.124 furtos a veículos em 2025.

Veja: No primeiro registro, ele e um comparsa furtam itens de um carro vermelho; no segundo, tentam abrir a porta de um veículo branco, forçam a entrada e desistem após não destravar; no terceiro, colocam objetos dentro de um carrinho de compras e deixam o local.

A série de furtos levou a reforço no patrulhamento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Moradores passaram a enviar mais vídeos e relatos, ajudando na identificação do suspeito — que aparece mancando nas imagens após se machucar durante um dos crimes, coincidindo com registros de câmeras de segurança.

O homem identificado pela PM chegou a ser localizado, mas como não havia flagrante no momento da abordagem, foi autuado como autor conhecido — procedimento que permite sua liberdade até a conclusão do processo. Ele vive em situação de rua, assim como outras pessoas que acampam nas proximidades, segundo um morador que preferiu não se identificar.

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Comércios

Pelo menos quatro estabelecimentos localizados nas quadras 103/104 e 403/404 foram alvo de furto ou roubo durante o fim de ano. Ao longo de 2025, pelo menos 2.933 crimes contra o patrimônio, incluindo roubos, arrombamentos e furtos em série em quadras comerciais, foram registrados pela PCDF.

De acordo com os proprietários, os furtos seguem um padrão: roubam os mesmos materiais; mesmo modus operandi; e em lugares muito próximos. Os itens levados nos estabelecimentos citados incluem fiação e tubulação externa, lâmpadas e outros componentes elétricos.

A proprietária de um dos estabelecimentos contou que o local já foi roubado cinco vezes e, no último caso, houve um prejuízo de cerca de R$ 5 mil. Por conta disso, o espaço precisou reforçar a segurança privada, com mais câmeras, alarmes e monitoramento online. Segundo ela, o dinheiro gasto com a segurança extra acaba inibindo outros investimentos que poderiam gerar mais empregos.

E como isso impacta a segurança na cidade? Compartilhe sua opinião sobre medidas de vigilância, proteção a estabelecimentos e o equilíbrio entre segurança e empregos na região nos comentários abaixo.

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