Meta description: Oposição venezuelana afirma que a normalização depende de respeito à vontade popular e da libertação de presos políticos; o comentário marca um ponto de inflexão após a captura de Maduro pelos EUA, com foco na transição democrática prevista para 28 de julho de 2024.
O opositor de Nicolás Maduro, Edmundo González Urrutia, afirmou que a normalização da situação política na Venezuela depende do respeito à vontade popular expressa nas urnas e da libertação dos presos políticos. Em vídeo divulgado nas redes, ele disse que o momento atual, após a captura do presidente pelos EUA, representa um ponto de inflexão na história recente do país e é “um passo importante, mas não suficiente”. “A normalização real do país só será possível quando se respeitar, sem ambiguidades, a vontade majoritária expressa pelo povo venezuelano em 28 de julho (2024)”, destacou, referindo-se às últimas eleições.
No vídeo, o opositor dirigiu-se às Forças Armadas e aos órgãos de segurança da Venezuela, lembrando que “Seu dever é cumprir e fazer cumprir o mandato soberano expresso em 28 de julho de 2024”. González Urrutia acrescentou que a transição democrática deve ocorrer de maneira séria e responsável, e pediu a libertação de todos os detidos por motivos políticos, que chamou de “reféns de um sistema de perseguição”. “Nenhuma transição democrática é possível enquanto houver um venezuelano encarcerado de forma injusta”, afirmou.
Apoio. Neste sábado, 3, a líder da oposição Maria Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, defendeu que González Urrutia assuma a presidência do país após a deposição de Nicolás Maduro por meio de um ataque militar dos Estados Unidos. Por outro lado, o presidente da França, Emmanuel Macron, disse que a transição que está por vir deve ser pacífica, democrática e respeitosa à vontade do povo venezuelano, esperando que Edmundo González Urrutia, eleito em 2024, assegure essa transição o mais rápido possível. Informações do Estadão Conteúdo.
O momento é apresentado como histórico por quem acompanha a conjuntura venezuelana, com a expectativa de uma transição que priorize verdade, justiça e reconciliação, sem impunidade, conforme o relato da fala de Urrutia e o apoio de figuras internacionais citadas. Qual é a sua leitura sobre o papel da oposição, da comunidade internacional e das instituições venezuelanas nesse processo de mudança?

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