Resumo rápido: menos de 48 horas após o ataque militar contra a Venezuela, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Colômbia pode ser o próximo alvo de uma operação norte?americana. Em entrevista a bordo do Air Force One na noite de domingo (4/1), Trump disse que a Colômbia está “muito doente” e mencionou possibilidades de ações militares no México e em Cuba.
Trump descreveu a Colômbia como governada por um homem doente que “gosta de produzir cocaína e vendê?la para os Estados Unidos”, sugerindo que a situação não deverá continuar por muito tempo. Em entrevista ao The Atlantic, ele acrescentou que, para ele, “parece ótimo” seguir com tais ações.
Sobre o México, o presidente norte?americano afirmou que o país precisa se organizar. Trump disse já ter oferecido repetidamente ajuda de tropas dos EUA, mas que a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, está “um pouco receosa”.
Quanto a Cuba, Trump disse que os EUA não precisam tomar uma ação imediata: “Acho que simplesmente vai desabar. Não acho que precisemos fazer nada.”
Ameaça de novos ataques contra a Venezuela
Na madrugada de 3/1, militares dos EUA realizaram um ataque em Caracas que resultou na captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Ambos foram levados para Nova York, onde aguardam julgamento por crimes como narcoterrorismo. Maduro deverá ser apresentado a um juiz federal na segunda?feira (5/1).
Durante a ofensiva, Trump avisou que a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, poderá pagar um “preço alto” se não cooperar com os planos dos EUA. Em seguida, o republicano sinalizou que forças dos EUA, já posicionadas na região, estão prontas para uma segunda onda de ataques, se necessário.
A ofensiva visou a estrutura do regime chavista e, segundo Trump, neutralizou a capacidade militar da Venezuela. O jornal The New York Times informou que o número de mortos dobrou para 80 em 24 horas, após os bombardeios, ainda sem confirmação oficial. O ministro venezuelano da Defesa, general Vladimir Padrino, afirmou que boa parte da equipe de segurança de Maduro foi eliminada.
Os planos de Washington para a Venezuela ainda não estão totalmente claros, mas Trump já declarou a intenção de guiar o país durante um período de transição e de intervir no setor petrolífero. A atualização sobre as ações e seus impactos continua a surgir, com autoridades de Caracas e Washington em ritmo de confirmação de fatos e números.
O momento atual traz um cenário tenso na região, com desdobramentos que devem influenciar políticas externas, segurança regional e a atuação de outras lideranças no continente.
Você, leitor, o que acha que deve acontecer a seguir? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe como você entende os impactos dessas ações para a região e para a estabilidade internacional.
Observação: as imagens da galeria destacam principais momentos da ofensiva, incluindo registros de Caracas, capturas e reações oficiais. As peças visuais ajudam a entender o contexto descrito no texto, complementando as informações apresentadas.








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