O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) pediu a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex?CEO da Hurb, após ele ter sido detido na segunda-feira (5) no Aeroporto do Ceará por uso de documento falso e por apresentar uma tornozeleira eletrônica descarregada. Mendes foi encaminhado à Delegacia Regional de Aracau, onde a polícia instaurou um inquérito contra o ex-diretor.
Segundo o MP, houve descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-diretor, o que motivou o pedido de prisão preventiva. Mendes participa de controvérsias que envolvem sua gestão na Hurb, incluindo investigações associadas à Comissão Parlamentar de Inquérito das Pirâmides Financeiras, instaurada na Câmara dos Deputados.
A trajetória de Mendes na Hurb é marcada por questionamentos que levaram à renúncia do cargo de CEO em abril de 2023. A empresa vem enfrentando dificuldades financeiras e um grande número de reclamações de clientes sobre cancelamentos de reservas e serviços, culminando com o cancelamento do Cadastur, em abril de 2025, após descumprimentos contratuais e alta incidência de queixas.
Além disso, Mendes figura em investigações relacionadas à atuação da Hurb durante sua gestão, incluindo ações associadas à CPI das Pirâmides Financeiras na Câmara dos Deputados, conforme registrado pela imprensa.
Acompanharemos as novas informações sobre o caso e as medidas adotadas pelas autoridades. Deixe nos comentários sua opinião sobre o desfecho desse episódio e o impacto de decisões executivas no setor de turismo e na fiscalização de contratos.

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