Número de mortos em protestos no Irã passa dos 500

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Meta descrição: O começo de 2026 traz protestos no Irã com 538 mortos e 10.600 detidos, internet bloqueada e tensões entre o governo, os Estados Unidos e Israel. Confira os desdobramentos, números oficiais e reações internacionais, incluindo a voz do Papa.

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Os protestos no Irã contra o regime teocrático continuam em escalada, com a Iran Human Rights apontando 538 mortos e cerca de 10.600 detidos nas duas semanas de manifestações. O registro éIONE acima dos números oficiais, em meio a um bloqueio de internet que dificulta a verificação independente dos fatos.

O governo descreve os protestos como tumultos e os atribui a uma “batalha de resistência nacional iraniana contra os Estados Unidos e o regime sionista”, segundo a televisão estatal. Enquanto a repressão se intensifica, autoridades denunciam a violência dos manifestantes, e o país tenta manter o controle da situação em várias cidades.

O presidente Masoud Pezeshkian prometeu abordar as queixas econômicas do público, mas não indicou recuo na repressão. Ele convocou uma “marcha de resistência nacional” para denúncias de violação, prevista para ocorrer em todo o país na segunda-feira, 12 de janeiro, em meio a uma onda de confrontos e detenção.

À medida que os protestos se intensificam, vozes internacionais destacam o peso da crise econômica e a resposta do governo. O regime acusa os EUA e Israel de apoiar os manifestantes, e há relatos de ataques a alvos militares em retaliação à repressão local.

A Iran Human Rights aponta que, desde o início, pelo menos 490 manifestantes e 48 agentes morreram, ainda que o total exato possa ser maior devido ao bloqueio de internet e às dificuldades de verificação. O governo não divulgou números oficiais das vítimas.

Os protestos, as maiores em 15 anos, foram interrompidos parcialmente por apagões de internet de 48 horas, segundo a ONG NetBlocks, o que ampliou a dificuldade de acompanhar os acontecimentos. As autoridades defendem que o foco é conter vandalismo e preservar a segurança nacional.

Entre os desdobramentos, o líder supremo Ali Khamenei culpou “vândalos” pela violência e acusou os EUA de incentivar os incidentes. No cenário regional, o governo de Israel declarou apoio à luta pela liberdade e lamentou as mortes de civis, enquanto o Irã reforça que protegerá sua segurança de forma inegociável.

O Papa Francisco rezou pelas vítimas e pediu paciência e diálogo para evitar mais perdas, destacando a importância de buscar a paz no Oriente Médio. As tensões incluem também declarações de Militares dos EUA que reforçam o compromisso com a defesa de aliados na região, em resposta aos desdobramentos iranianos.

À medida que a situação permanece volátil, o governo iraniano sinaliza que não abrirá mão de medidas para conter a dissidência, enquanto as vozes internacionais pedem moderação e proteção aos direitos humanos. O público é convidado a acompanhar os próximos desdobramentos e refletir sobre as consequências regionais desse choque entre governo, população e potências externas.

E você, o que pensa sobre a situação no Irã e as manifestações em curso? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas perspectivas sobre o que está em jogo para a população, a política interna e as relações internacionais. Queremos saber a sua leitura sobre os próximos passos desse conflito.

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