População denuncia ao ‘NYT’ que forças armadas estão ‘atirando para matar’ no Irã

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Protestos no Irã: governo diz ter registrado ao menos 3.000 mortos; HRANA aponta 2.003 até 13 de janeiro de 2026

Segundo dois funcionários do governo iraniano citados por veículos de imprensa, o número de mortos desde o início dos protestos chega a pelo menos 3.000. Em contrapartida, a Agência HRANA, que acompanha casos de direitos humanos, registrou 2.003 óbitos até 13 de janeiro de 2026, sendo 1.850 manifestantes, 135 integrantes das forças de segurança, 9 civis e 9 crianças não envolvidas nas manifestações.

A HRANA informou ainda que esse número pode aumentar conforme a verificação de 770 casos. Ao todo, mais de 16.700 pessoas foram detidas desde o início das manifestações, em 28 de dezembro, em várias cidades do país.

Os protestos começaram impulsionados pelo custo de vida, mas evoluíram para contestar o regime teocrático vigente desde a Revolução Iraniana de 1979. O The New York Times relata relatos de repressão brutal e afirmações de que as forças armadas teriam recebido autorização para “atirar para matar”.

As movimentações no Irã revelam uma tensão crescente entre a população e o governo, com dúvidas sobre o desfecho desse ciclo de protestos e das ações do Estado. O cenário permanece volátil, com verificações de centenas de casos ainda em curso.

Como você vê a escalada dos protestos no Irã e as possíveis consequências para a região? Compartilhe sua visão nos comentários e participe da conversa sobre o que pode ocorrer nos próximos dias.

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