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Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, é o dono do fundo de investimento que comprou parte da participação dos irmãos do ministro Dias Toffoli, do STF, no resort Tayayá, no interior do Pará. As informações são do Estadão.
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De acordo com documentos obtidos pelo jornal, a participação valia, à época, R$ 6,6 milhões. O pastor e empresário Fabiano Zettel foi o único cotista entre 2021 e 2025 do fundo de investimento chamado Leal.
A reportagem destaca que com uso do Leal e de um outro fundo que Zettel passou a ser sócio do resort Tayayá. Cerca de R$ 20 milhões do fundo foram usados no resort.
Os familiares de Toffoli foram os principais acionistas do empreendimento, apesar de o ministro não ter participação direta no Tayayá.
O ministro Dias Toffoli é o relator no STF do caso que investiga o Banco Master. O inquérito ficou sob sua responsabilidade após a defesa de Vorcaro entrar com um pedido para que o caso ficasse no STF.
O Metrópoles não conseguiu contato com o ministro e familiares para se posicionarem a respeito do assunto.
Resumo objetivo: A reportagem aponta que Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master), é dono do fundo Leal que adquiriu participação de irmãos do ministro Dias Toffoli, no resort Tayayá, no Pará. Documentos indicam valor da participação próximo a R$ 6,6 milhões, com Zettel sendo o único cotista entre 2021 e 2025. Parte dos recursos do Leal, somada a outro fundo em que Zettel passou a atuar, foi destinada ao Tayayá, que teve os Toffoli familiares entre seus principais acionistas, embora o ministro não tenha participação direta. O STF designou Toffoli como relator do caso envolvendo o Banco Master, que ficou sob sua responsabilidade após um pedido da defesa de Vorcaro. A reportagem não localizou o ministro ou familiares para comentarem.
A conexão entre fundos de investimento, familiares de autoridades e investimentos em um resort no Pará levanta questões sobre interesses econômicos vinculados a decisões judiciais, destacando a complexidade de relações entre setores financeiros e o poder público no cenário nacional.
Caso queira entender como esse tipo de relação pode impactar decisões regulatórias e judiciais, acompanhe novas informações. As informações são de base jornalística e não representam posição oficial de órgãos públicos.
O que você acha desse tipo de operação entre fundos e familiares de autoridades? Deixe seu comentário abaixo com sua opinião ou dúvidas sobre o tema.
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