Qual é a última peça que falta na investigação sobre a matança na UTI. Veja vídeo

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A Polícia Civil do Distrito Federal avança na apuração sobre técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, em Taguatinga, suspeitos de matar pacientes na Unidade de Terapia Intensiva. O inquérito foi aberto em 23 de dezembro de 2025 e, apesar de a polícia ter reunido imagens, laudos, depoimentos e confissões, a motivação por trás dos homicídios permanece sem resposta clara.

O principal suspeito, Marcos Vinícius Silva Barbosa, 24 anos, foi preso e, ao longo das investigações, apresentou versões contraditórias. Em uma primeira linha de declarações, afirmou ter apenas administrado medicamentos prescritos; em outra, disse ter agido para aliviar o sofrimento das vítimas, alegando nervosismo. As imagens de Câmeras de segurança contrariam as versões dele, alimentando as cracking de investigação.

Ao lado dele foram presas Amanda Rodrigues de Sousa, 28, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22. As mortes já confirmadas envolvem João Clemente Pereira, 63, servidor da Caesb, e Marcos Moreira, 33, servidor dos Correios. Três profissionais integraram ação do trio, e a investigação busca esclarecer se há mais vítimas vinculadas aos plantões realizados pelos suspeitos. A motivação remains em aberto, segundo a autoridade.

A polícia não acredita que Marcos Vinícius esteja falando a verdade. Um exposé citado pelo delegado Maurício Iacozzilli envolve Miranilde Pereira da Silva, 75 anos, que já apresentava quadro de saúde estável antes de receber uma injeção de desinfetante na veia. posteriormente, um remédio não prescrito foi administrado. A instauração de novas versões não abala a perícia em andamento.

Aps as investigações, a polícia cita que o caso envolve versões distintas do suspeito, o que reforça a necessidade de cruzar as evidências com o conjunto de depoimentos e imagens coletadas. Em paralelo, a comunidade investigativa buscou confirmar a linha de tempo das ações para mapear padrões de eventuais novas vítimas.

Quebra de sigilo

Os celulares e computadores dos técnicos de enfermagem serão alvo de quebra de sigilo pela Polícia Civil do Distrito Federal. O objetivo é acessar pesquisas e possíveis trocas de mensagens entre os suspeitos para entender a motivação por trás do caso e verificar se outras vítimas foram expostas.

A investigação também fará um cruzamento de dados com mortes ocorridas no dia dos plantões para verificar se há padrões semelhantes. O delegado destacou que, ao fim do inquérito principal, poderá ser instaurado um novo inquérito para apurar outras mortes ocorridas durante os plantões deles, tanto no Hospital Anchieta quanto em unidades em que trabalharam anteriormente.

O hospital

O Hospital Anchieta informou ter instaurado investigação interna e adotado medidas cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, já desligados da instituição. A entidade destacou o compromisso com a segurança dos pacientes, colaborando com as autoridades e com a verdade dos fatos.

E você, o que pensa sobre esse desdobramento? Deixe sua opinão nos comentários e participe da conversa sobre a segurança em hospitais da cidade.

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