A insistência em tornar pública a chapa “puro-sangue” do PT, com Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner à reeleição e Rui Costa como candidato ao Senado, já provoca ruído entre a base aliada. Embora haja expectativa de manter o PSD na linha majoritária, a saída de Angelo Coronel sinaliza que esse grupo pode ficar de fora, enquanto outras siglas seguem sem ser consultadas sobre as perspectivas para 2026.
Além das três cadeiras centrais, a definição do vice Geraldo Jr. (MDB) e das suplências do Senado também está em jogo. Essas composições viram alvo de insatisfações discretas, sobretudo diante das projeções de vitória conjunta nacional e estadual do grupo.
“Não há alinhamento automático”, confidenciaram aliados que costumam ocupar espaços de debate. Com o prazo traçado para março pelo governador Jerônimo Rodrigues, ainda não houve uma reunião da base para tratar do pleito de outubro e as informações chegam truncadas, filtradas pela imprensa, sem conversa olho no olho.
O ruído alcança desde siglas de expressão até outras que costumam ficar à margem das formações majoritárias, que tendem a convergir com o PT. “Defendemos que, antes do Carnaval, haja uma conversa com os partidos”, disse um integrante da base, lamentando o círculo restrito e a ausência de um diálogo mais amplo. A situação envolve nomes como Angelo Coronel e o presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, que promete apoio, mesmo com perdas de espaço na chapa majoritária.
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