Trump defende novo tratado nuclear para substituir o New START

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Meta descrição: Trump defende um novo tratado nuclear para substituir o New START, com possível inclusão da China, após o acordo expirar em 2026; análise sobre impactos na segurança global.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que busca um tratado novo, melhorado e modernizado para substituir o New START, que expirou na última quinta-feira (5). Em mensagem no Truth Social, ele chamou o acordo vigente de “mal negociado” e disse que os especialistas nucleares devem trabalhar em uma proposta que possa perdurar no futuro, possivelmente incluindo a China. O New START, assinado em 2010 pelo então presidente Barack Obama, foi o último tratado de controle de armas entre Washington e Moscou e não podia ser prorrogado; ele estabelecia limites a arsenais de longo alcance, com até 1.550 ogivas e 700 mísseis para lançamento.

Trump também destacou que os EUA são o país mais poderoso do mundo e que reconstruiu as Forças Armadas, com novas armas nucleares e a criação da Força Espacial. Segundo ele, o foco é desenvolver um acordo que possa incluir a China, cuja capacidade nuclear vem crescendo e se tornando mais sofisticada, o que poderia evitar uma escalada de corrida armamentista caso um novo pacto seja alcançado.

O republicano mencionou que as ofertas da Rússia para negociar um novo tratado foram ignoradas pelos EUA, e destacou o projeto “Cúpula Dourada” e um sistema de interceptação de mísseis no espaço, no âmbito de um possível programa de defesa. Especialistas alertam, porém, sobre os riscos de uma corrida armamentista se Washington avançar com esse tipo de proteção orbital.

A ideia de um tratado com participação chinesa reacende o debate sobre como o equilíbrio estratégico pode mudar nos próximos anos, em meio a avanços tecnológicos e novas configurações de armas. O tema segue em análise entre especialistas internacionais e no debate público sobre segurança global.

Como você enxerga a possibilidade de um acordo nuclear que inclua EUA, Rússia e China na prática? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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