Luciana Gimenez foi citada em documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre o caso Jeffrey Epstein. Os arquivos, datados de 2014, 2018 e 2019, trazem o nome da apresentadora ao lado de seus filhos, Lucas Jagger e Lorenzo Gabriel, em registros de transações financeiras.
Os documentos não explicam a finalidade das transferências nem indicam de quem elas partiram. O material mostra apenas que houve movimentação entre a conta de investimentos de Gimenez e a conta de pessoa física dela.
A apresentadora publicou nas redes que nunca conheceu Jeffrey Epstein e que não houve contato pessoal, profissional ou financeiro com o bilionário em nenhum momento de sua vida.
Para esclarecer a ligação entre seu nome e Epstein, Gimenez entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, banco no exterior onde mantinha conta. A nota afirma que o governo dos EUA solicitou os registros da instituição em determinados períodos, sem uma seleção individualizada dos dados.
Segundo as informações iniciais, o conjunto de documentos foi divulgado sem apuração prévia de conteúdo e contexto, o que levou a associação do nome da apresentadora a outras transações do mesmo período envolvendo o bilionário. Em todas as transferências, a movimentação ocorreu entre a conta de investimentos da apresentadora e a própria, não havendo evidência de relação direta com Epstein.
Gimenez permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.
Investigações sobre o caso Epstein mostram que, em Palm Beach, na Flórida, a polícia iniciou a apuração em 2005 após a família de uma menina de 14 anos relatar abuso na mansão do empresário. O FBI também participou, com depoimentos de adolescentes que alegavam ter realizado massagens sexuais para Epstein. O caso resultou em um acordo que permitiu a Epstein evitar processo federal; ele se declarou culpado de acusações estaduais ligadas à prostituição de menor e cumpriu 18 meses de prisão. Epstein tinha 66 anos quando foi encontrado morto, em 2019, numa prisão federal de Nova York.
E você, o que pensa sobre a divulgação de nomes em documentos oficiais nesse tipo de caso? Deixe sua opinião nos comentários.

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