
O júri popular do ex-policial militar Eduardo José de Andrade, 24 anos, foi anulado após ele ameaçar a magistrada que presidia a sessão e os jurados. A sessão ocorreu por videoconferência nesta quinta-feira (12/2), em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.
A juíza dissolveu o Tribunal do Júri e determinou a abertura de inquérito policial para apurar o crime de ameaça. A defesa do acusado requisitou a instauração de um incidente de insanidade mental.
Eduardo José já está preso e responde por homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de cadáver. Durante a audiência, o réu chegou a confessar o assassinato de Tiago de Paula, 32 anos, ocorrido em Cedral em 2022: “Quem matou fui eu. Eu matei e não me arrependo. Quando eu sair para a rua, vou continuar matando.”
Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), uma nova data para o julgamento será definida oportunamente e o processo tramita em sigilo.
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