O czar da fronteira dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou em entrevista à CBS que cerca de 1.000 agentes de imigração deixaram a região de Minneapolis e St. Paul, em Minnesota, como parte da redução da operação de reforço da fiscalização migratória. A previsão é de que mais uma centena saia nos próximos dias. A declaração foi feita durante o programa Face The Nation, em 15 de fevereiro de 2026.
Homan disse que apenas uma força pequena permanecerá por um período limitado para proteger os agentes restantes e atender a situações de risco, sem detalhar o tamanho desse contingente. Ele acrescentou que as investigações sobre denúncias de fraude e o protesto que interrompeu um serviço religioso em igreja continuarão.
Segundo o czar da fronteira, milhares de agentes haviam sido enviados à região das Twin Cities, Minneapolis e St. Paul, para a chamada Operaç?o Metro Surge, a maior operação de fiscalização migratória já realizada pelo Departamento de Segurança Interna. O governo diz que a ação foi bem-sucedida, mas gerou críticas após as mortes de Renee Good e Alex Pretti, baleados por agentes, levando a questionamentos sobre conduta.
Homan já havia anunciado na semana anterior a saída de 700 oficiais de Minnesota, mas ainda havia mais de 2.000 agentes no estado. Na quinta-feira (12), ele afirmou que a redução significativa já ocorria e seguiria ao longo desta semana. Os agentes que deixarem Minnesota devem retornar às bases ou serem realocados.
Sobre o futuro, o czar afirmou que operações de igual porte dependem da situação e que as fiscalizações e deportações continuarão em outras regiões do país.
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