Viúvo de mulher que morreu após nadar em piscina: ‘Sentia o peito arder’

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Vinícius de Oliveira, viúvo de Juliana Bassetto, relembra que, após cerca de 15 minutos nadando na piscina da academia C4 Gym, no Parque São Lucas, ele sentiu o peito arder e viu Juliana apresentando a mesma reação. Juliana acabou morrendo dias depois, em decorrência de intoxicação na água.

A Polícia Civil indiciou os sócios da academia — Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração — por homicídio com dolo eventual, ou seja, pela prática de um crime com o risco de matar.

A juíza Paula Marie Konno negou o pedido de prisão dos sócios, argumentando que as autoridades não apresentaram motivos suficientes para uma medida tão draconiana, ainda que as investigações avancem. Não há registro de intimidação ou constrangimento de testemunhas nos autos.

A academia foi interditada pela prefeitura após o incidente. Vinícius contou que saiu da piscina, pediu socorro e que Juliana teve a mesma reação; eles conseguiram subir a mulher e evacuá-la da água. Juliana tinha 27 anos e morreu em decorrência da intoxicação na piscina.

O caso segue em apuração, com a polícia e o Ministério Público acompanhando o desenrolar, enquanto a cidade acompanha o desfecho para entender responsabilidades e medidas de segurança em espaços de prática física.

Se você tem opiniões sobre segurança em academias ou experiências com incidentes desse tipo, deixe seu comentário abaixo e participe da conversa.

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