Resumo SEO: Red Bull Bragantino aplicou multa de 50% dos vencimentos ao zagueiro Gustavo Marques por declarações machistas contra a árbitra Daiane Muniz após a vitória do São Paulo. A punição prevê doação do valor à ONG Rendar; Marques não foi relacionado para o jogo diante do Athletico-PR. A Federação Paulista de Futebol encaminhará o caso ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD).
O Bragantino informou, em nota publicada na segunda-feira, que Gustavo Marques receberá uma multa de 50% do total de seus vencimentos em decorrência das falas machistas dirigidas à árbitra Daiane Muniz, após a partida contra o São Paulo.
Como parte da sanção, Marques não será relacionado para o jogo contra o Athletico-PR, marcado para a próxima quarta-feira.
Segundo o clube, o montante da multa será destinando à ONG Rendar, que atua com mulheres em situação de vulnerabilidade na região bragantina.
Relembre o caso: Na noite de sábado, 21 de fevereiro de 2026, Bragantino e São Paulo disputaram a vaga na semifinal do Paulistão. Em entrevista à TNT, Gustavo Marques culpou a arbritra pela derrota e afirmou que “mulher não deveria apitar confrontos decisivos” e que o São Paulo foi favorecido pela arbitragem, citando o peso da camisa paulistana.
Na zona mista, o zagueiro pediu retratação, dizendo ter recebido uma bronca da mãe e da esposa, e reiterou o pedido de desculpas a todas as mulheres.
Federação Paulista de Futebol (FPF) encaminhará o caso ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) para avaliar as sanções cabíveis. A FPF também indicou que ainda não há prazo definido para a decisão e esclareceu que Marques não sofreu punição pela arbitragem durante o jogo, uma vez que o episódio ocorreu após o apito final. A nota ressalta o papel da árbitra Daiane Muniz e a necessidade de um ambiente justo no futebol.
A FPF publicou ainda uma posição formal condenando as falas machistas de Gustavo Marques e reforçando o compromisso com a Champions de 36 arteras e assistentes, além de afirmar que encaminhará as declarações às instâncias competentes para providências cabíveis.
No decorrer da partida, o jogo também teve outro destaque disciplinar: o lateral Juninho Capixaba foi expulso por gestos irônicos após o apito final, enquanto jogadores do Bragantino reclamaram de uma penalidade não marcada nos minutos finais.
Palavra final: a cobertura destaca o empenho da FPF em promover um ambiente seguro para mulheres no futebol e o posicionamento firme do Bragantino frente a condutas inadequadas. A instituição orgulha-se de ter mais de 30 árbitras e reforça a necessidade de respeito em todas as funções do futebol.
E você, o que acha das medidas adotadas pela diretoria e pela FPF? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre respeito e igualdade no futebol.

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