Resumo: Centenas de voos foram cancelados em todo o mundo e milhares de passageiros ficaram retidos após ataques com mísseis no Oriente Médio no fim de semana, provocando caos em terminais internacionais.
Neste domingo (1º/3), pelo menos 2.800 voos foram cancelados. O espaço aéreo foi fechado em países estratégicos como Israel, Catar, Síria, Irã, Iraque, Kuwait, Bahrain, Omã e Emirados Árabes Unidos.
Os ataques, atribuídos ao Irã, ocorreram em retaliação à ofensiva militar dos EUA e de Israel no sábado (28/2). Analistas alertam que as interrupções devem persistir nos próximos dias caso novos ataques ocorram. A orientação é que passageiros verifiquem o status de seus voos antes de se dirigirem aos aeroportos.
Momentos de pânico foram relatados em grandes hubs. Aeroportos de Dubai, Abu Dhabi e Doha, que conectam Europa, África e Ásia, foram impactados. A estimativa é de que pelo menos 90 mil pessoas realizem conexões diárias nesses terminais. O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) está entre os que foram atingidos. Autoridades dos Emirados Árabes confirmaram vítimas: no DXB, quatro pessoas ficaram feridas; no Aeroporto Zayed, em Abu Dhabi, houve uma morte e sete feridos após ataque com drone.
Suspensão das operações: grandes companhias, como a Emirates, suspenderam todas as operações em Dubai até a tarde da próxima segunda-feira (2/3). A Air India também interrompeu voos para Israel, Catar e Arábia Saudita, com retomada prevista apenas para terça-feira (3/3). A companhia aérea El Al prepara-se para repatriar israelenses e suspendeu vendas de passagens para voos até 21 de março.
A crise também alcançou outros continentes. Em Bali, Indonésia, mais de 1.600 turistas ficaram retidos após o cancelamento de voos com destino ao Oriente Médio. Aeroportos de Londres, Paris, Nova Délhi e Bangcoc também registraram dezenas de cancelamentos.
E você, o que acha sobre o impacto desses ataques nas viagens internacionais? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você vê o papel de companhias aéreas e autoridades na segurança e na organização de deslocamentos em tempos de crise.

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