O dia de atos na Avenida Paulista, neste domingo (8/3/2026), ficou marcado pela presença do deputado Guto Zacarias (União Brasil), ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL). Zacarias montou uma barraca na Paulista durante a manifestação contra o feminicídio, convocada por grupos de esquerda, tentando provocar os presentes. Em um cartaz improvisado, ele escreveu: “Pix de R$ 1 mil pra quem me convencer que Lula está fazendo um bom governo”.
A iniciativa de Zacarias provocou reação entre manifestantes da esquerda, que pediam que o deputado recuasse e deixasse a Paulista em paz. As tensões ficaram evidentes entre quem defende políticas de direita e quem defende pautas de combate à violência de gênero.
Pelas primeiras horas da manhã, outra mobilização ocorreu na mesma via: uma caminhada de apoiadores de políticas de direita, liderada pela vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos), mãe de Isabella Nardoni, morta aos 5 anos em 2008. Ela enfatizou a necessidade de cuidar das famílias das vítimas do feminicídio, afirmando que “precisamos falar sobre os cuidados com quem fica” em memória à filha.
Ao longo do dia, o ato da esquerda teve como pautas, além do combate ao feminicídio, a melhoria das condições de vida, fim da escala de trabalho 6×1, fim da violência policial contra pessoas negras e periféricas e a retomada do aborto legal no Hospital Vila Nova Cachoeirinha.
A cobertura inclui uma galeria de imagens que registra momentos-chave, com fotos de Fábio Vieira, correspondente da Metrópoles, mostrando a movimentação entre barracas e debates entre apoiadores de direita e grupos de esquerda.
Pela manhã, uma caminhada organizada por políticas de direita, com a vereadora Ana Carolina Oliveira, também ocupou a Paulista. Ela destacou a necessidade de olhar para as famílias das vítimas de feminicídio e citou a filha Isabella Nardoni para reforçar o seu ponto sobre o cuidado com quem fica após a tragédia.
O dia de manifestações na via também destacou pautas da esquerda, incluindo o fim da violência policial contra o povo negro e periférico, a defesa de melhores condições de vida e trabalho, e a retomada do aborto legal no Hospital Vila Nova Cachoeirinha, além de combater a violência contra as mulheres.
Conferindo a cobertura, as imagens revelam a tensão entre apoio à agenda da direita e as demandas de grupos de esquerda, com a Paulista funcionando como palco das diferentes visões para o Dia Internacional da Mulher.
Se você acompanhou os acontecimentos ou tem uma opinião sobre as diferentes pautas apresentadas, compartilhe nos comentários como enxerga o papel de cada lado nesses atos e quais temas você considera mais relevantes para o debate público.




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