Resumo SEO: Dados da Datafolha, divulgados em 7 de março de 2026, apontam vantagem de Flávio Bolsonaro entre evangélicos frente ao presidente Lula. No conjunto, Lula aparece com 45% entre católicos e até 23% entre evangélicos; Flávio atinge 34% no total, com 30% entre católicos e cerca de metade dos votos entre evangélicos.
A clivagem religiosa no cenário eleitoral fica evidente. Em cenários simulados, Lula tem 25% na amostra geral em uma menciõa espontânea e 30% entre católicos, mas cai para 12% entre evangélicos. Flávio Bolsonaro registra 12% no total, crescendo para 18% entre evangélicos e mantendo 10% entre católicos.
Nas simulações que afastam a polarização lulismo-bolsonarismo, aparecem outras candidaturas. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) soma 21% dos votos totais, com 31% entre evangélicos e 19% entre católicos. Sua performance pode oscilar conforme a percepção de viabilidade, especialmente após o endosso de Jair Bolsonaro ao filho.
O governador Ratinho Jr. (PSD-PR) surge como terceira via relevante entre evangélicos, atingindo 13% quando Flávio Bolsonaro não está no páreo e Tarcísio de Freitas concorre. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 3 e 5 de março, com registro na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026, com margem de erro de três pontos percentuais para católicos e quatro para evangélicos.
O senador Flávio Bolsonaro intensifica a aproximação com lideranças evangélicas, visitando a CGADB, a Igreja Quadrangular e a Universal do Reino de Deus. Ele também participou de eventos religiosos e planeja reuniões com o pastor Silas Malafaia, acompanhado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), buscando consolidar sua imagem junto a esse eleitorado estratégico.
Os cenários destacam a importância das alianças e a avaliação de alternativas sem o candidato favorito, ampliando o peso das lideranças religiosas no debate. Os dados mostram a influência da religião na formação de intenções de voto e o esforço de rivais em ampliar o apoio entre evangélicos.
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