Carlos visita Bolsonaro e fala em “relação de Lula com PCC e CV”

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Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado pelo PL de Santa Catarina, visitou nesta quarta-feira (11/3) o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha e, sem apresentar provas, afirmou ter discutido com ele a relação de Lula com o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital). A declaração foi publicada em suas redes sociais.

Carlos Bolsonaro durante fala do ex-presidente Jair Bolsonaro durante encerramento do 1° Seminário Nacional de Comunicacão do Partido Liberal PL Metropolitana
1 de 1 Carlos Bolsonaro durante fala do ex-presidente Jair Bolsonaro durante encerramento do 1° Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal PL Metropoles – Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A declaração, feita em redes sociais, ocorre um dia depois de o governo dos Estados Unidos classificar o PCC e o CV como ameaças significativas à segurança regional, citando tráfico de drogas, violência e crime transnacional. O bolsonarismo tem realizado lobby pela mudança nesse cenário.

De acordo com Carlos, os dois também discutiram a relação de Lula com o PCC e o CV, além da afirmação de que a Argentina concedeu asilo político ao primeiro condenado pela “farsa do golpe” no Brasil. A conversa tratou, ainda, de definições políticas para 2026.

Segundo ele, houve ainda contatos sobre a lista de senadores a ser definida nos próximos dias e sobre a validade de julgamentos, com a crítica ao que chamou de métodos utilizados para inviabilizar investigações, citando casos que, na visão dele, teriam impactos na competitividade eleitoral.

Bolsonaro encontra-se preso na Papudinha, em Brasília, cumprindo pena de 27 anos e 3 meses, acusado de cinco crimes: liderança de organização criminosa; tentativa de impor1380 violenta do Estado democrático de direito; golpe de Estado; dano ao patrimônio da União; e deterioração de patrimônio tombado.

O episódio reforça a tensão entre a perspectiva bolsonarista e o cenário político em torno das eleições de 2026, com diferentes narrativas sobre segurança pública, alianças entre partidos e a condução de investigações. E você, como encara essas declarações e o panorama para os próximos anos? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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