Felca descarta carreira na política após popularização por denúncia contra Hytalo Santos: “Nunca pensei nisso”

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Resumo: O influenciador Felipe Bressanim, conhecido como Felca, rejeita a ideia de seguir a vida política. Ele afirma que pode gerar maior impacto social com sua voz, seu equipamento e seus roteiros em casa. Seu conteúdo ajudou a expor casos de exploração infantil envolvendo Hytalo Santos e impulsionou a criação da Lei n° 15.211/2025, apelidada de Lei Felca, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Mesmo sem buscar espaço na política, Felca ampliou sua atuação para além das redes, passando a receber espaço na televisão, onde discute, entre outros temas, a saúde mental de adolescentes na era digital.

Durante participação no Roda Viva, da TV Cultura, Felca esclareceu que não nutre nenhuma ambição de virar político. “Eu nunca seria um político, eu penso que eu consigo gerar mais impacto nas pessoas, que é o meu interesse de fato, com um microfone e uma câmera na minha casa, com as minhas coisinhas, com o meu roteiro, do que com uma caneta”, afirmou. O youtuber ressaltou que sua atuação busca transformar realidades, em vez de ocupar cargos públicos, destacando o poder das redes como ferramenta de mobilização social.

A entrevista também situou a importância da Lei n° 15.211/2025, conhecida como Lei Felca ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Felca comentou que jamais imaginou que seu conteúdo pudesse desencadear ações tão profundas. “Eu nunca imaginava o que iria surgir. Eu achei que as redes sociais iriam excluir o vídeo, achei que seria pago”, revelou, lembrando o começo da sua jornada digital e o desfecho que levou a investigações sobre a conduta de Hytalo Santos.

Mesmo sem monetização, o material produzido por Felca atingiu uma parcela significativa da sociedade e provocou impactos relevantes no âmbito jurídico, estimulando debates e ações que acompanharam o caso. A repercussão também abriu espaço para que o tema fosse discutido na televisão, com Felca ganhando participação no Fantástico, onde tratou da saúde mental dos adolescentes na era digital e da responsabilidade de quem produz conteúdo para jovens.

A trajetória de Felca ilustra como conteúdos de criadores independentes podem catalisar discussões públicas sem que haja uma carreira na política. O caso evidencia o elo entre redes sociais, justiça e mídia na construção de políticas e de uma conversa mais ampla sobre proteção de menores na cidade, entre moradores e a região, diante de um mundo cada vez mais conectado.

E você, leitor, qual é sua visão sobre o papel de criadores digitais na defesa de direitos e na cobrança de respostas das autoridades? Compartilhe seus pensamentos sobre o uso das redes para influenciar políticas públicas e sobre o impacto de leis como a Lei Felca no dia a dia das crianças e adolescentes. Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa que está em curso na cidade.

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