2018, 2022 e 2026: relembra os vexames da Itália na repescagem da Copa do Mundo

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Itália fica fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva, um drama que acende o debate sobre o futuro da seleção italiana na cidade e na região. O fracasso prolongado coloca sob os refletores uma necessidade de reconstrução para a Azzurra enfrentar o cenário global com competitividade renovada. Este é um momento decisivo para entender onde a Itália errou e o que pode mudar a partir de agora.

Em 2018, a Itália caiu na repescagem contra a Suécia. Perdeu o primeiro jogo por 1 a 0 e empatou o segundo, em 0 a 0, no San Siro, não conseguindo retornar ao Mundial pela primeira vez em décadas. A derrota marcou uma virada triste, abrindo uma sequência de resultados que deixou a nação perplexa e movendo o foco para as mudanças que se fariam necessárias no elenco, na comissão técnica e na cultura de seleção.

Catar – 2022 trouxe nova decepção para a cidade e para os moradores: a Itália foi eliminada na repescagem europeia, perdendo por 1 a 0 para a Macedônia do Norte, em Palermo. O revés encerrou, de forma dolorosa, a chance de o país retornar ao Mundial em território asiático, amplificando a sensação de que o ciclo atual não atingiu o padrão desejado pela nação.

Últimas participações (fases de grupo) revelam o desgaste recente da equipe. Em 2014, no Brasil, a Itália chegou a vencer a Inglaterra por 2 a 1, mas foi derrotada pela Costa Rica por 0 a 1 e pela Uruguai por 0 a 1, encerrando a campanha sem avanços. Em 2010, na África do Sul, a Azzurra começou empatando com o Paraguai por 1 a 1, manteve o empate com a Nova Zelândia em 1 a 1 e acabou caindo diante da Eslováquia por 2 a 3, encerrando a participação na fase de grupos. Esses resultados mostram uma instabilidade que precisa de solução sistêmica para retornar aos grandes torneios.

Com cada novo revés, emerge a leitura de que o recuo não se trata apenas de uma má fase pontual, mas de uma trajetória que inaugurou uma onda de baixa performance na equipe. A seleção italiana, tradicionalmente marcada pela disciplina tática e pela tradição de vitórias, viu-se longe do padrão de décadas anteriores. A soma dessas campanhas, que se estendem ao longo de 2010, 2014, 2018 e 2022, leva a um questionamento sobre a capacidade de manter o nível técnico, a renovação de jogadores e a estratégia de longo prazo para o futebol do país.

Apesar dos tropeços, a história recente não apaga o peso da Itália no futebol mundial. A seleção, que já levou quatro Copas do Mundo e tem uma base de torcedores ampla, continua a ser tema de debate intenso entre treinadores, jogadores e comentaristas. A expectativa, para a torcida e para a imprensa, é de que as próximas campanhas tragam uma virada, com planejamento, investimentos e um amadurecimento competitivo que permita retornar aos Mundiais, honrando a tradição do futebol italiano na cidade, no estado e em toda a região.

Agora, a pergunta que fica para os fãs e para a imprensa local é como a Itália pode reconstruir a base da equipe, com planejamento efetivo de categorias de base, escolha de treinadores com visão moderna e um calendário que permita uma preparação mais sólida para as fases de qualificação. O desafio é grande, mas o legado da Azzurra impõe uma estratégia que una talento, técnica e disciplina para reencontrar o caminho de volta aos grandes palcos globais.

E você, leitor morador desta cidade, o que acha que precisa mudar para a Itália retornar aos Mundiais? Quais nomes, quais recursos ou quais mudanças de estrutura você considera prioritários para a recuperação do nível da seleção italiana? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe desta conversa que envolve todo o país e a comunidade do futebol na região.

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