BrLab chega à 15ª edição em 2026 com uma programação gratuita que atravessa São Paulo, Brasília e Recife, conectando cinema brasileiro e latino-americano aos espectadores por meio de sessões abertas entre 7 e 26 de abril. O festival, referência em mercado e formação, reforça o papel de aproximar o público da produção contemporânea e incentivar debates sobre o tempo presente, em espaços culturais da capital paulista, da região central do país e do Recife.



A Mostra de Filmes BrLab reúne produções recentes do cinema brasileiro e latino-americano, com diferentes olhares sobre o tempo presente e suas tensões. Entre os títulos em pauta estão obras premiadas internacionalmente, como A Natureza das Coisas Invisíveis (Berlim), Levante (Cannes) e Mato Seco em Chamas (Brasília e IndieLisboa). A seleção também contempla filmes como O Empregado e o Patrão, Chico Ventana Também Quisiera Tener un Submarino e Diógenes, entre outros, que dialogam com contextos sociais e estéticos da produção contemporânea.
O programa gratuito ganhou densidade com atividades que vão além das salas de exibição. Em São Paulo, Brasília e Recife, o BrLab oferece masterclasses, mesas de discussão, lançamentos de livro e entrevistas que promovem o intercâmbio entre criadores, críticos e público. A ideia é aproximar espectadores da indústria, abrir espaço para debates críticos sobre cinema sustentável e memória, e incentivar novas perspectivas sobre a narrativa cinematográfica contemporânea.
São Paulo abre a programação entre 7 e 16 de abril, com sessões no Matilha Cultural e espaços como o Espaço Petrobras e o Cine Salas universitárias. A agenda reúne uma série de exibições diárias e atividades paralelas, incluindo uma masterclass com Juliana Rojas e mesas temáticas que discutem políticas de distribuição, melodrama e cinema doméstico. Entre os títulos destacados estão Desterro, Hiedra, Os Primeiros Soldados e La Piel en Primavera, com exibições também no CINUSP e no espaço da Fundação Petrobras.
Brasília recebe a programação em 15 e 16 de abril, com sessões no Cine Brasília e espaços parceiros. A oferta inclui Rifle, Os Primeiros Soldados e Vento Seco, além de debates e atividades de think tanks que abordam agenda pública para o audiovisual e responsabilidade socioambiental na produção cinematográfica. A ideia é consolidar a cidade como polo de encontro entre criação artística e políticas culturais.
Recife projeta as ações de 5 a 8 de maio, com sessões no Cinema da Fundação e na Fábrica de Cultura. O foco recorta o eixo latino-americano, com exibição de títulos como Diogenes, Levante e La Piel en Primavera, além de atividades de formação e discussões sobre distribuição, alcance de público e sustentabilidade de projetos audiovisuais na região Nordeste.
O conjunto da BrLab 2026 reafirma o compromisso com a diversidade de vozes, a qualidade da produção regional e a democratização do acesso ao cinema. Com uma agenda que mescla exibições gratuitas, debates, masterclasses e encontros entre profissionais e público, o festival se posiciona como referência para quem acompanha o mercado audiovisual na América Latina. Para quem gosta de cinema e quer entender as cobranças, as tendências e as possibilidades do setor hoje, a BrLab oferece um roteiro completo de entretenimento, reflexão e oportunidades de aprendizado ao longo de abril e maio.
Que tal acompanhar a programação, escolher seus filmes preferidos e compartilhar nos comentários quais títulos você pretende assistir? Conte para a gente quais filmes, mesas ou ações você está mais ansioso(a) para conferir nesta BrLab 2026 e quais temas você acha que merecem mais espaço no cinema brasileiro e latino-americano. Sua opinião ajuda a abrir ainda mais o diálogo entre moradores, cidades e produtores.

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