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Presidente da Federação Italiana renuncia após seleção não se classificar para Copa

Presidente da Federação Italiana renuncia após seleção não se classificar para Copa
Presidente da Federação Italiana renuncia após seleção não se classificar para Copa

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Resumo em uma linha: a Federação Italiana de Futebol (FIGC) vive um momento de crise aguda, com a renúncia de Gravina, pressões por renovação, possibilidade de mudança de comando e impactos diretos na organização de grandes eventos, enquanto a seleção enfrenta derrotas e incertezas técnicas.

A renúncia de Gabriele Gravina, chefe da FIGC desde 2018, chegou após a recente decepção do futebol italiano: eliminação nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina (4-1 após empate de 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação) na repescagem que definiu a vaga à Copa do Mundo. O episódio consolidou o que a imprensa italiana já chamava de “terceiro apocalipse” para o estilo de gestão da federação, que também não levou a Itália ao Mundial de 2022 no Catar nem às edições de 2026 e 2026. Gravina informou aos conselheiros que apresentava sua renúncia ao mandato recebido em fevereiro de 2025 e convocou uma assembleia extraordinária para 22 de junho, em Roma, para definir os próximos passos. Sob sua liderança, a Itália conquistou a Eurocopa de 2021, mas o ciclo atual ficou marcado por falhas em competições globais e continentais.

A pressão por mudanças ganhou ainda mais força com o posicionamento público do ministro dos Esportes, Andrea Abodi, que pediu a saída de Gravina, considerando-o o responsável por uma fase de estagnação. Abodi defendeu a refundação do futebol italiano e a necessidade de uma renovação na diretoria da FIGC. A tensão entre governança e desempenho esportivo elevou o tom de cobrança, enquanto a UEFA, representada pelo presidente Aleksander Ceferin, também alertou que o futuro do futebol europeu depende de melhorias estruturais, em especial na modernização dos estádios italianos, sob pena de ver o torneio continental afastado do país.

Entre as opções para conduzir o processo de mudança, o nome de Giovanni Malagò, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano, aparece como o favorito entre as especulações, enquanto o técnico da seleção italiana, Gennaro Gattuso, contratado em junho de 2025, pode deixar o cargo até 22 de junho, conforme a imprensa italiana. Já Buffon, ex-goleiro e figura histórica, pediu demissão ao deixar a função de gerente-geral da equipe, abrindo espaço para novas lideranças técnicas. O desafio imediato é encontrar um substituto para o comando técnico da Azzurra e acelerar a organização da Eurocopa de 2032, que deverá ocorrer em parceria com a Turquia.

Em meio ao processo de transição, Ceferin voltou a sinalizar a importância de reformas no ecossistema do futebol italiano, com ênfase na modernização dos estádios e na qualidade da infraestrutura esportiva do país. O cenário aponta para um período de mudança estrutural na FIGC, com a expectativa de que o próximo presidente conduza uma reconstrução estável, capaz de restabelecer a competitividade da seleção italiana em palcos internacionais e consolidar a Itália como sede de grandes eventos futuros.

À medida que as mudanças ganham contorno, a cidade e a região observam com atenção quem ficará à frente da federação e como será o processo de renovação. A discussão não envolve apenas nomes, mas um conjunto de ações para redefinir a governança, o planejamento estratégico e os investimentos necessários para colocar a Itália de volta aos píncaros do futebol europeu.

E você, leitor, o que espera da nova gestão da FIGC? Quais pontos você acredita serem prioritários para restabelecer o brilho do futebol italiano e garantir que novas gerações tenham a chance de sonhar com grandes conquistas? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o futuro da Azzurra.

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