Mais de 70 pessoas são presas em operação da PF deflagrada na BA; um dos suspeitos foi encontrado na Bolívia

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Operação Artemis: PF deflagra nova fase e prende 77 pessoas na Bahia e em outros estados

Imagem relacionada à Operação Artemis

A nova etapa da Operação Artemis, deflagrada pela Polícia Federal, resultou na prisão de 77 pessoas na Bahia e em outros estados do país. O objetivo é desmantelar organizações criminosas e capturar foragidos envolvidos em crimes violentos, incluindo homicídios, latrocínios, tráfico de drogas e atuação de facções. A ação envolveu trabalhos de inteligência entre fevereiro e abril deste ano, com participação da Fuerza Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (Ficco/BA) e de unidades de outros estados. Um dos procurados foi localizado na Bolívia, embora a PF não tenha detalhado identidade, cidade de prisão ou crime pelo qual era buscado.

A Polícia Federal explicou que os alvos eram criminosos que atuam na organização de crimes e que, mesmo quando localizados, permanecem articulando ações à distância, mantendo o impacto na cidade de origem. Parte das etapas da operação visou especialmente localizar baianos que atuavam fora do estado, reforçando a ideia de que o crime organizado não conhece fronteiras.

Na Bahia, as prisões ocorreram em 13 cidades. Entre elas estão: Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas. Em conjunto, as ações demonstram o esforço das autoridades para desarticular redes criminosas que operam em diferentes municípios, com foco em reduzir violência e interromper ordens de crimes organizados.

Além dos largos desdobramentos na Bahia, a operação alcançou outros estados. As prisões ocorreram em São Paulo (3), Minas Gerais (1), Santa Catarina (1), Ceará (1) e Alagoas (3). Em paralelo, dois suspeitos foram capturados na Bolívia. A PF não informou identidades nem os crimes específicos de cada preso, mas destacou que o conjunto de ações envolveu cooperação entre várias forças de segurança nacionais.

A PF também ressaltou que os liderança das facções locais costumam fugir para outros estados para evitar a prisão. Mesmo longe de casa, porém, esses chefes continuam articulando crimes na cidade de origem, o que motiva a continuidade de operações de inteligência para cortar o elo entre atuação externa e violência local. Parte das ações da Artemis teve still dedicado a localizar e prender baianos que atuavam fora do estado, sinalizando uma estratégia integrada para enfrentar o crime organizado de forma mais ampla.

Em síntese, a nova fase da Artemis reforça a determinação das autoridades em enfrentar o crime violento e a organização criminosa que opera tanto dentro da Bahia quanto em outras regiões do Brasil e até fora das fronteiras nacionais. O resultado inicial aponta para uma atuação firme na prevenção de crimes graves e na repressão a integrantes que tentam manter influência mesmo longe de seus redutos originais.

Para os leitores, este é um tema que afeta a segurança cotidiana e a qualidade de vida nas cidades. A sua opinião é importante: você acredita que ações integradas como a Artemis ajudam a reduzir a violência? Compartilhe suas reflexões nos comentários e participe da conversa sobre como a cidade pode se manter mais protegida frente às organizações criminosas.

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