Mulher estranha sumiço e encontra pai e irmã mortos dentro de casa

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Um duplo homicídio foi registrado no Jardim Nair, na zona leste de São Paulo, envolvendo Thiely Da Silva Alves, 26, e o pai, Jose Ribamar De Sousa Alves, 57. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio duplo, e aponta o namorado da vítima como investigado. Testemunhas dizem que Thiely havia encerrado recentemente um namoro após uma discussão, e que, após o término, o retorno do homem à residência da jovem provocou novo conflito com o pai. O andamento das apurações ficar a cargo do 63º Distrito Policial, com apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo apurações iniciais, os corpos foram encontrados na terça-feira (21/4) dentro de uma residência, no Jardim Nair. A vítima morava sozinha, mas o pai havia passado a residir com ela há cerca de duas semanas. Familiares estranharam a ausência de Thiely e, ao chegarem ao local, a entrada precisou ser assegurada após um forte odor vindo do interior da casa.

O último contato de Thiely com as irmãs e com um ex-namorado ocorreu no sábado (18/4). Testemunhas relataram que, após o término do namoro, a jovem já havia mencionado a possibilidade de fim do relacionamento em rodas próximas. Após o término, o homem teria retornado à casa da vítima e se envolvido em bota-abaixo com o pai, o que contribuiu para o acúmulo de tensões antes da tragédia.

O suspeito negou participação no crime e informou que o relacionamento com Thiely durou cerca de um mês. Ele entregou o celular pessoal para a investigação, afirmando colaborar com as apurações, conforme nota oficial da Polícia Civil.

Outra versão analisada pela investigação vem de um ex-companheiro de Thiely, com quem manteve relação por seis anos. Segundo ele, a vítima teria enviado uma mensagem de voz em que mencionava ter sido visitada pelo suspeito na madrugada de sábado, supostamente para gerar confusão em frente ao portão da casa. As declarações estão sendo checadas pelas autoridades para compreender possíveis motivações e confirmar versões de testemunhas.

A investigação está sob a responsabilidade do 63º Distrito Policial, com apoio do DHPP. Os investigadores trabalham para esclarecer a motivação do crime, confirmar a participação de terceiros e reunir evidências que avancem as apurações, com foco em depoimentos, perícias técnicas e vestígios encontrados no local.

A cidade e seus moradores acompanham com apreensão o desenrolar deste caso. A polícia orienta quem tenha informações a procurar a delegacia ou os canais oficiais de denúncia, assegurando sigilo e proteção a quem colaborar com as investigações. Se você tem informações adicionais ou opiniões sobre o caso, compartilhe nos comentários para contribuir com a apuração.

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