Brasil e EUA definem juros após nova frustração das negociações no Irã

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Resumo rápido: Mercados vivem uma semana de grande expectativa com decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, volatilidade no petróleo e a transição no Federal Reserve. Enquanto o Oriente Médio permanece no radar, a temporada de resultados de tecnologia aponta para um impulso recente nas bolsas. A gestão monetária e as tensões globais moldam cenários para investidores e moradores da cidade que acompanham o ritmo do mercado. Meta-descrição: Análise de impactos de decisões de juros, petróleo e resultados de tecnologia, com foco em Brasil, EUA e geopolítica.

Juros no Brasil e no exterior caminham para decisões-chave Na quarta-feira, 29/4, o mercado volta os olhos para as decisões de política monetária que prometem ditar o ritmo dos próximos meses. No Brasil, o Copom trabalha com a hipótese de corte de 0,25 ponto percentual na Selic, que hoje opera em 14,75% ao ano. Com esse movimento, a projeção de fim de ano já aponta para aproximadamente 13%, segundo a Warren Investimentos, que detalha cinco cortes de 0,25 p.p. e de 0,50 p.p. até dezembro, além de ajustes adicionais sugeridos pela Inter Asset diante da inflação pressionada pelo petróleo mais caro por mais tempo.

Fed deve manter juros, mas cenário é de expectativa Nos Estados Unidos, a semana gira em torno da reunião do Fomc, em que o mercado acredita fortemente na manutenção da faixa intrínseca de 3,50% a 3,75%. A ferramenta FedWatch do CME aponta 99,5% de chances de queda de juros neste ano caso haja necessidade menor de aperto, apesar das preocupações com a trajetória dos preços da energia diante do conflito no Oriente Médio. A leitura geral é de cautela, já que o choque nos preços de petróleo pode puxar a inflação para frente.

Powell vai deixar o Fed e Warsh já surge como favorito A novidade é que a próxima reunião do Fomc pode ser a última com Jerome Powell à frente do Fed, pois seu mandato se encerra em 15 de maio. O nome para sucedê-lo já está definido: Kevin Warsh, indicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Conforme relatos, o Departamento de Justiça encerrou uma investigação sobre custos da reforma da sede do Fed, removendo entraves para a confirmação de Warsh. No fim de semana, o senador Thom Tillis sinalizou que permitirá avançar com a aprovação no Senado, desde que a apuração permaneça encerrada.

Tecnologia em foco: balanços e performance das bolsas No front tecnológico, a semana traz os resultados de cinco gigantes: Microsoft, Alphabet (Google), Amazon, Meta (ex-Facebook) e Apple. O humor em Nova York segue positivo, com recordes de fechamento já observados e o ritmo de lucros do setor sustentando o otimismo. Dados recentes mostram que 81,3% das empresas do S&P 500 superaram as estimativas de lucro no primeiro trimestre, gerando um crescimento agregado de 16,1% nos lucros frente ao mesmo período do ano anterior.

Dados econômicos e petróleo mantêm o cenário de incerteza Além disso, o mercado aguarda os números de crescimento econômico dos EUA no primeiro trimestre e o índice de preços de despesas de consumo pessoal, o PCE, para março — métricas que ajudam a calibrar o impacto da guerra no Oriente Médio sobre inflação e demanda. Do lado externo, o estreito de Ormuz permanece em evidência, mantendo o petróleo sob volatilidade e reforçando a cautela de investidores diante de tensões geopolíticas desde o final de fevereiro.

Como isso impacta o dia a dia na cidade Em meio a fluxos de capitais, empresas e famílias acompanham os desdobramentos para entender se as mudanças de juros vão frear ou acelerar o consumo, os investimentos e a formação de preços. As decisões de política monetária, as perspectivas de lucro das grandes empresas de tecnologia e as oscilações do petróleo caminham juntas, moldando o cenário econômico local e o humor dos mercados na cidade.

E você, o que pensa sobre esse conjunto de fatores que envolve juros, tecnologia e geopolítica? Compartilhe sua leitura sobre os próximos passos da economia, como isso deve afetar seus investimentos, gastos e planejamento financeiro na cidade. Deixe seu comentário abaixo para a gente seguir a conversa e entender como esses movimentos influenciam o cotidiano de quem acompanha o mercado.

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