A Fundação Casa de Jorge Amado retoma, na próxima quarta-feira, 29, o projeto Uma Quarta de FreePelô, promovendo uma agenda de leitura e valorização da cultura no Centro Histórico de Salvador. A iniciativa chega com programação gratuita e voltada à formação de leitores, buscando aproximar moradores da cidade do legado literário de Jorge Amado e da memória cultural que pulsa no Pelourinho.
A abertura ficará por conta da contação de história Como os Ibéjis salvaram o mundo, apresentada pela Bruxa Profana Latino-Americana. O evento ocorre às 15h, na Sala James Amado, sede da instituição, e marca o retorno de uma série que combina literatura, performances e educação em um mesmo espaço urbano, aberto a toda a comunidade.
Ao longo das quartas-feiras, a programação oferece atividades 100% gratuitas, incluindo visitação mediada, ações formativas e apresentações culturais. Tudo foi pensado para estimular o interesse pela leitura, favorecer o contato com obras de referência e fortalecer vínculos entre público e patrimônio cultural do Centro Histórico, um eixo que encanta moradores e visitantes da cidade.
A iniciativa tem como público-alvo crianças e jovens de escolas públicas, com o objetivo de ampliar o acesso a conteúdos literários e impulsionar o gosto pela leitura desde a infância. Apesar do foco educativo, as atividades são abertas ao público em geral, permitindo que pais, educadores e curiosos se envolvam com a cultura local.
Para cada participante, a Fundação prepara um livreto sobre a vida e a obra de Jorge Amado. Além disso, as instituições de ensino receberão um conjunto pedagógico elaborado pela própria Fundação, com orientações para uso em sala de aula, de modo a potencializar o aproveitamento didático dos conteúdos trabalhados durante as atividades.
“Acreditamos profundamente no poder da literatura como ferramenta de transformação social. O Uma Quarta de FreePelô aproxima crianças e jovens do universo de Jorge Amado e do patrimônio cultural do Pelourinho, despertando o interesse pela leitura e fortalecendo vínculos com a nossa identidade”, afirma Angela Fraga, presidente da Fundação Casa de Jorge Amado.
A iniciativa reforça a relação entre leitura, memória local e patrimônio, contribuindo para a circulação de novos públicos na região. Ao unir educação, cultura e cidadania, o projeto pretende ampliar o acesso a conteúdos literários e destacar a importância de preservar a identidade da cidade, valorizando suas raízes históricas e artísticas.
Fique atento às novidades sobre as edições futuras e aproveite a oportunidade de conhecer melhor a literatura que moldou Salvador. Moradores e visitantes podem participar, aprender mais sobre a obra de Jorge Amado e ter um contato direto com a riqueza cultural que o Pelourinho oferece, com atividades acessíveis a diferentes faixas etárias.
E você, o que acha dessa retomada de ações culturais no Pelourinho? Qual obra de Jorge Amado despertou seu interesse ao longo da vida? Deixe seu comentário, compartilhe suas experiências com leitura e contribua para fortalecer o diálogo entre educação, cultura e a cidade que todos nós vivenciamos.

